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terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Era uma vez mais cerca de 4 dezenas de árvores . Obras da REN no Parque Florestal de Monsanto. O massacre continua.A CML aplaude!!


Isto...


...a troco disto????


ou o barato que sai mesmo muito caro!!!

Abate polémico de árvores em Monsanto

A 'Plataforma por Monsanto' alertou ontem, quarta-feira, para um agravamento da situação do corte de árvores em Monsanto, Lisboa, e defendeu que as clareiras abertas apontam para um abate que "não se configura" com uma limpeza de mata."Aquilo que vimos no terreno não se configura com uma operação de limpeza de matas, ou de monda de árvores, como afirmou o vereador do Ambiente", disse à Lusa Artur Lourenço, da Plataforma, que junta associações ambientalistas como a Quercus e a Liga para a Protecção da Natureza (LPN). Na semana passada, na sequência de um comunicado da Plataforma, o vereador Sá Fernandes, responsável pelos pelouros dos Espaços Verdes e Ambiente Urbano, afirmou que além da limpeza de infestantes, como acácias, aquela intervenção é a chamada "monda de árvores", que "todos os anos se faz porque é necessário"."A situação agravou-se de forma significativa junto à Alameda Keil do Amaral e com a rápida abertura de uma enorme clareira e de uma estrada para a REN [Rede Eléctrica Nacional] na zona do Zambujal", denunciou a Plataforma em comunicado, acrescentando que foi pedida uma reunião urgente com o presidente da autarquia. Os ambientalistas defendem que "o número de árvores cortado no caso das obras para a subestação eléctrica no parque florestal é muito superior às 200 que estavam previstas".Contactado pela Lusa, o vereador Sá Fernandes afirmou que foi ao terreno e que não partilha da opinião da Plataforma. "Não têm razão. São mondas", defendeu.Fonte da autarquia explicou que estas limpezas deveriam ser feitas todos os anos, mas, como tem havido poucos meios, a operação ficou "um pouco descuidada".No caso da instalação da subestação eléctrica no Monsanto, a Plataforma já apresentou uma queixa ao comissário europeu para o Ambiente contra a suspensão do Plano Director Municipal (PDM) de Lisboa para permitir a obra. A suspensão do PDM foi decidida em Junho pelo Governo, apesar de o anterior Executivo ter chumbado a proposta, com os votos contra de toda a oposição. A 'Plataforma por Monsanto' defende que a obra, a realizar-se, não terá em conta qualquer estudo de impacte ambiental ou alternativas credíveis, argumento que a oposição no anterior Executivo utilizou para chumbar a proposta.Apesar de ter sido estudada a possibilidade de a autarquia avançar com uma providência cautelar contra o Estado, os serviços jurídicos do município concluíram que, não obstante a construção da subestação violar o estatuto especial da área do Monsanto, a Câmara não conseguiria cumprir todos os requisitos de prova exigidos para este tipo de acção cível.
inJN

...A CML não conseguiria porque o próprio executivo deu logo, sem qualquer contestação ou estudo de alternativas, luz verde ao projecto. Inclusivamente os espaços verdes, deram logo o seu aval tendo por única preocupação que compensações deveriam negociar. Os espaços verdes não têm por obrigação a defesa manutenção dos mesmos espaços verdes? O PFM , enquanto maior espaço verde da cidade deveria ser encarado com um pouco mais de respeito. Já basta de pensar que "aquilo é tão grande que tirar mais umas árvores ou meter lá mais qualquer coisa que não cabe noutro lado ou porque é mais barato não faz mal nenhum". Infelizmente é assim que continuam a pensar.

Junto Alameda Keil do Amaral, 16-12-09.





REN,16-12-09





sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

Era uma vez uma árvore...

Era uma vez uma árvore, ou o que dela resta, cujo coto ainda está no Parque de estacionamento do Penedo em Monsanto, que estava bem sã apesar dos seus cerca de 30 anos, que não incomodava ninguém,que não nasceu nem cresceu mal ,que não apresentava problemas fitossanitários, que não tapava outras que cresciam a seu lado, que não pertencia a nenhuma espécie infestante, esta árvore, como tantas outras ultimamente, afinal não foi cortada."Foi mondada". Fico mais descansado!

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Alguns exemplos do arborícidio em Monsanto.











ARBORICÍDIO NO PARQUE FLORESTAL DE MONSANTO



PLATAFORMA POR MONSANTO


ARBORICÍDIO NO PARQUE FLORESTAL DE MONSANTO




A Plataforma por Monsanto vem por este meio alertar a população de Lisboa e os órgãos de Comunicação Social para o autêntico arboricídio que, a pretexto de uma limpeza de mata, está a acontecer no parque florestal de Monsanto em Lisboa.
A Plataforma por Monsanto exige que sejam suspensos imediatamente os trabalhos e que sejam divulgados os critérios utilizados para este corte indiscriminado de tantas árvores, bem como o teor do contrato feito com a empresa que está a realizar o referido abate.

A Plataforma por Monsanto lastima que nestes últimos tempos, a CML tenha vindo a permitir, quando não a promover, uma prática comprovada de constante delapidação do território e do património arbóreo do parque, continuando por outro lado e sistematicamente, a adiar a resolução dos vários problemas graves do parque (ex. clube de tiro) preferindo optar em vez disso por contrapartidas, discutíveis, em determinadas ocasiões como acontece, por exemplo, no caso da subestação da REN.

A Plataforma por Monsanto.

Lisboa 10 de Dezembro de 2009


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Entidades que fazem parte da Plataforma por Monsanto: Associação dos Amigos e utilizadores do Monsanto; Associação de Moradores do Alto da Ajuda; AMBEX, Associação de Moradores do Bairro do Calhau; QUERCUS; LPN; Grupo Ecológico de Cascais; Clube de Actividades de Ar Livre; Fórum Cidadania Lx; Associação Lisboa Verde; ASPEA; Fundação das Casas de Fronteira e Alorna, ATTAC verde, GAIA, Clube Caminheiros de Monsanto