domingo, 30 de agosto de 2009
sexta-feira, 28 de agosto de 2009
quinta-feira, 27 de agosto de 2009
Skate Park, Alameda keil do Amaral, P.F. de Monsanto.





Apesar do aviso colocado no local, de que o equipamento está em mau estado, eu diria mesmo perigoso, e que em breve será alvo de remodelação este continua a ser utilizado.
Para alem do óbvio vandalismo, mas também do cuidado de muitos utilizadores que voluntariamente o tentam reparar, o equipamento tem sido alvo ao longo destes últimos tempos de um significativa falta de manutenção e vigilância que degenerou no que hoje vemos: Está irrecuperável. Este e o outro equipamento ao lado que se apresenta nas mesmas condições. Sei que é difícil chegar a tudo mas a manutenção do parque continua a deixar muito a desejar.
Montes Claros


O jardim dos Montes Claros tem sido, ao longo dos tempos, bem preservado e foi, não há muitos anos, alvo de uma renovação. Hoje nota-se um certo desleixo na sua manutenção apresentando um lago com pouca água e sujo e um relvado maltratado e seco. Daqui até a uma deteorização mais grave é um pequeno passo. Se não forem tomadas medidas.
quarta-feira, 26 de agosto de 2009
quinta-feira, 6 de agosto de 2009
quarta-feira, 29 de julho de 2009
Plataforma por Monsanto recebe Menção Honrosa do Prémio Nacional de Ambiente.
A Plataforma por Monsanto foi distinguida, com uma Menção honrosa, no Prémio Nacional de Ambiente atribuído anualmente, desde 1999, pela Confederação Portuguesa das Associações de Defesa do Ambiente.A Plataforma , cujo objectivo principal é a defesa do Parque Florestal de Monsanto em Lisboa, foi distinguida " pela forma persistente e continuada na defesa do Parque Florestal de Monsanto, nos últimos anos, no âmbito da defesa dos interesses dos cidadãos e do meio ambiente."
...
Parabéns à Plataforma por Monsanto e a todos quantos continuam a fazer alguma coisa para que possamos viver numa cidade melhor. Parabéns também a todas as organizações e cidadãos que a ela individualmente pertencem.
sexta-feira, 10 de julho de 2009
quinta-feira, 9 de julho de 2009
segunda-feira, 6 de julho de 2009
sexta-feira, 3 de julho de 2009
Questões ambientais levantadas
03.07.2009 - 14h54 Lusa
Doze das treze associações da Plataforma por Monsanto decidiram não assinar qualquer acordo com o patrocinador do festival Delta Tejo, que se realiza entre hoje e domingo naquele parque, por contestarem as compensações oferecidas e o impacto ambiental do evento.
Depois de o grupo ter protestado contra a falta de limpeza dos terrenos após a edição do ano passado do festival, a Delta Cafés SGPS entrou em diálogo com as associações ambientais e de cidadania, organizando duas reuniões.
À Plataforma acabou por ser apresentada uma proposta de união de esforços para reduzir o impacto ambiental da iniciativa, na qual a empresa se comprometia, entre outros, a realizar uma campanha de sensibilização, a utilizar meios e materiais ecológicos, a construir casas de banho (que serão hoje inauguradas) no parque e a compensar a pegada ecológica do evento com projectos de preservação da natureza "noutras zonas do país".
"A acção é praticada em Monsanto e as contrapartidas relativas a alguma atitude mais agressiva para o ambiente não são sequer em Lisboa", disse à Lusa Manuel Verdugo, da Plataforma, sublinhando que o grupo discorda mesmo da realização de festivais no espaço verde de Monsanto. "Temos tantos espaços na cidade mais adequados. Há uma ideia errada de Monsanto, quando se encerra equipamentos é para lá que os mandam, mas Monsanto tem de se preservado", defendeu.
O representante apontou a "invasão de carros" que por vezes derrubam arbustos, a falta de respeito de algumas pessoas e a poluição sonora - com impacto no estado de espécies como a coruja - como principais problemas.
Manuel Verdugo disse que, ainda assim, o acordo com a patrocinadora poderia ser equacionado se as contrapartidas fizessem a diferença em Monsanto a nível ecológico.
Já a Quercus optou por estabelecer uma parceria: segundo informação da Delta Cafés, a empresa e a associação acordaram que a produtora de café vai participar no projecto de conservação do Caniçal no Vale do Tejo, residência da maior colónia de garças portuguesa, além de apoiar a plantação de árvores na área desflorestada de Portas de Ródão.
"Iniciámos um processo de diálogo com a Delta e consideramos que não se pode agora interromper o diálogo só porque, de repente, os projectos de compensação não são os melhores. Nós assumimos que a proposta seria para nós aceitável, as outras associações são livres para aceitar ou não", explicou Susana Fonseca, da Quercus.
Para a organização ambientalista, que vai hoje assinar uma carta de entendimento com a empresa, não parece correcto quebrar as negociações depois de um ano de conversações e mesmo antes do evento.
Quanto à adequação do Parque Florestal de Monsanto para a realização de festivais, Susana Fonseca afirmou que a Quercus não vê total incompatibilidade, embora admita que "talvez aquele não seja o local mais apropriado".
Depois de o grupo ter protestado contra a falta de limpeza dos terrenos após a edição do ano passado do festival, a Delta Cafés SGPS entrou em diálogo com as associações ambientais e de cidadania, organizando duas reuniões.
À Plataforma acabou por ser apresentada uma proposta de união de esforços para reduzir o impacto ambiental da iniciativa, na qual a empresa se comprometia, entre outros, a realizar uma campanha de sensibilização, a utilizar meios e materiais ecológicos, a construir casas de banho (que serão hoje inauguradas) no parque e a compensar a pegada ecológica do evento com projectos de preservação da natureza "noutras zonas do país".
"A acção é praticada em Monsanto e as contrapartidas relativas a alguma atitude mais agressiva para o ambiente não são sequer em Lisboa", disse à Lusa Manuel Verdugo, da Plataforma, sublinhando que o grupo discorda mesmo da realização de festivais no espaço verde de Monsanto. "Temos tantos espaços na cidade mais adequados. Há uma ideia errada de Monsanto, quando se encerra equipamentos é para lá que os mandam, mas Monsanto tem de se preservado", defendeu.
O representante apontou a "invasão de carros" que por vezes derrubam arbustos, a falta de respeito de algumas pessoas e a poluição sonora - com impacto no estado de espécies como a coruja - como principais problemas.
Manuel Verdugo disse que, ainda assim, o acordo com a patrocinadora poderia ser equacionado se as contrapartidas fizessem a diferença em Monsanto a nível ecológico.
Já a Quercus optou por estabelecer uma parceria: segundo informação da Delta Cafés, a empresa e a associação acordaram que a produtora de café vai participar no projecto de conservação do Caniçal no Vale do Tejo, residência da maior colónia de garças portuguesa, além de apoiar a plantação de árvores na área desflorestada de Portas de Ródão.
"Iniciámos um processo de diálogo com a Delta e consideramos que não se pode agora interromper o diálogo só porque, de repente, os projectos de compensação não são os melhores. Nós assumimos que a proposta seria para nós aceitável, as outras associações são livres para aceitar ou não", explicou Susana Fonseca, da Quercus.
Para a organização ambientalista, que vai hoje assinar uma carta de entendimento com a empresa, não parece correcto quebrar as negociações depois de um ano de conversações e mesmo antes do evento.
Quanto à adequação do Parque Florestal de Monsanto para a realização de festivais, Susana Fonseca afirmou que a Quercus não vê total incompatibilidade, embora admita que "talvez aquele não seja o local mais apropriado".
http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1390151&idCanal=59
quinta-feira, 2 de julho de 2009
Comunicado da Plataforma por Monsanto sobre a realização do festival Delta Tejo no Parque Florestal de Monsanto:

Comunicado da Plataforma por Monsanto sobre a realização do festival Delta Tejo no Parque Florestal de Monsanto:
A Plataforma por Monsanto decidiu, por esmagadora maioria, não assinar qualquer protocolo com a organização do festival Delta Tejo devido ao facto de não concordar com as compensações propostas e, sobretudo, com a realização de um evento de tão grandes dimensões e que tantos impactos negativos provoca num espaço tão sensível como é o Parque Florestal de Monsanto. Assim sendo, e no caso de alguma organização integrante da Plataforma por Monsanto decidir assinar este documento, fá-lo-á por sua iniciativa e inteira responsabilidade. A Plataforma por Monsanto reafirma a sua firme oposição á continuação deste tipo de eventos no Parque esperando que esta seja a ultima edição realizada dentro do perímetro do parque Florestal de Monsanto. A plataforma por Monsanto continua a manifestar a sua disponibilidade para continuar o diálogo com as entidades responsáveis e a dar o seu contributo sério para a defesa e preservação do Parque Florestal de Monsanto em Lisboa.
Lisboa, 1 de Julho de 2009
A Plataforma por Monsanto decidiu, por esmagadora maioria, não assinar qualquer protocolo com a organização do festival Delta Tejo devido ao facto de não concordar com as compensações propostas e, sobretudo, com a realização de um evento de tão grandes dimensões e que tantos impactos negativos provoca num espaço tão sensível como é o Parque Florestal de Monsanto. Assim sendo, e no caso de alguma organização integrante da Plataforma por Monsanto decidir assinar este documento, fá-lo-á por sua iniciativa e inteira responsabilidade. A Plataforma por Monsanto reafirma a sua firme oposição á continuação deste tipo de eventos no Parque esperando que esta seja a ultima edição realizada dentro do perímetro do parque Florestal de Monsanto. A plataforma por Monsanto continua a manifestar a sua disponibilidade para continuar o diálogo com as entidades responsáveis e a dar o seu contributo sério para a defesa e preservação do Parque Florestal de Monsanto em Lisboa.
Lisboa, 1 de Julho de 2009
quarta-feira, 1 de julho de 2009
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