terça-feira, 5 de Janeiro de 2010

Era uma vez mais cerca de 4 dezenas de árvores . Obras da REN no Parque Florestal de Monsanto. O massacre continua.A CML aplaude!!


Isto...


...a troco disto????


ou o barato que sai mesmo muito caro!!!

Abates em Monsanto defendidos

In Diário de Notícias (18/12/2009)


«O chefe da Divisão de Matas da Câmara de Lisboa garantiu ontem que o abate de árvores provocado pelas obras da subestação eléctrica do Monsanto tem sido fiscalizado pela autarquia, rejeitando as críticas dos ambientalistas.

"Na zona onde os abates estavam previstos é óbvio que há clareiras, mas é impossível terem sido abatidas mais do que as 200 que estavam previstas porque isso tem sido fiscalizado", afirmou Artur Madeira. O responsável, que falava à Lusa durante uma visita ao Parque Florestal do Monsanto, realçou igualmente que algumas das árvores serão recuperadas.

A Plataforma por Monsanto alertou na quarta-feira para um agravamento da situação relativa ao corte de árvores no Monsanto e defendeu que as clareiras abertas apontam para um abate que "não se configura com uma limpeza de matas".

Isso é um disparate. A Plataforma tem toda a informação e, se tinha dúvidas, podia ter-nos contactado. O que não fez", afirmou, por seu lado, Joaquim Brioso, sublinhando que toda a operação está fundamentada em "relatórios fitopatológicos": "Algumas das árvores que estão a ser abatidas apresentavam doenças, que foram referenciadas nos pareceres do Laboratório de Patologia Vegetal Veríssimo de Almeida, do Instituto Superior de Agronomia, e do Instituto Nacional de Recursos Biológicos."

"Noutros casos, há pinheiros que estavam completamente secos e representavam não só um perigo para quem frequenta o parque, porque podiam cair, como também acabavam por impedir o saudável desenvolvimento de outras espécies", acrescentou.»

...

Pois o problema é exactamente este: a divisão de matas, ou quem a dirige. Repare-se na incongruência completa que é os serviços jurídicos da CML estarem atados de pés e mãos em dar seguimento à decisão do executivo da CML passado em avançar com uma providência cautelar contra a suspensão parcial do PDM em Monsanto, decidida pelo Governo para ampliação (construção nova é mais verdade) da subestação REN; PORQUE, há um parecer favorável da divisão de matas da própria CML sobre essa mesma suspensão. Ou seja, a excelsa divisão não se importa que as obras da nova estação REN abatam centenas de árvores, como irão abater. Patético.
Paulo Ferrero,cidadania lx

Abate polémico de árvores em Monsanto

A 'Plataforma por Monsanto' alertou ontem, quarta-feira, para um agravamento da situação do corte de árvores em Monsanto, Lisboa, e defendeu que as clareiras abertas apontam para um abate que "não se configura" com uma limpeza de mata."Aquilo que vimos no terreno não se configura com uma operação de limpeza de matas, ou de monda de árvores, como afirmou o vereador do Ambiente", disse à Lusa Artur Lourenço, da Plataforma, que junta associações ambientalistas como a Quercus e a Liga para a Protecção da Natureza (LPN). Na semana passada, na sequência de um comunicado da Plataforma, o vereador Sá Fernandes, responsável pelos pelouros dos Espaços Verdes e Ambiente Urbano, afirmou que além da limpeza de infestantes, como acácias, aquela intervenção é a chamada "monda de árvores", que "todos os anos se faz porque é necessário"."A situação agravou-se de forma significativa junto à Alameda Keil do Amaral e com a rápida abertura de uma enorme clareira e de uma estrada para a REN [Rede Eléctrica Nacional] na zona do Zambujal", denunciou a Plataforma em comunicado, acrescentando que foi pedida uma reunião urgente com o presidente da autarquia. Os ambientalistas defendem que "o número de árvores cortado no caso das obras para a subestação eléctrica no parque florestal é muito superior às 200 que estavam previstas".Contactado pela Lusa, o vereador Sá Fernandes afirmou que foi ao terreno e que não partilha da opinião da Plataforma. "Não têm razão. São mondas", defendeu.Fonte da autarquia explicou que estas limpezas deveriam ser feitas todos os anos, mas, como tem havido poucos meios, a operação ficou "um pouco descuidada".No caso da instalação da subestação eléctrica no Monsanto, a Plataforma já apresentou uma queixa ao comissário europeu para o Ambiente contra a suspensão do Plano Director Municipal (PDM) de Lisboa para permitir a obra. A suspensão do PDM foi decidida em Junho pelo Governo, apesar de o anterior Executivo ter chumbado a proposta, com os votos contra de toda a oposição. A 'Plataforma por Monsanto' defende que a obra, a realizar-se, não terá em conta qualquer estudo de impacte ambiental ou alternativas credíveis, argumento que a oposição no anterior Executivo utilizou para chumbar a proposta.Apesar de ter sido estudada a possibilidade de a autarquia avançar com uma providência cautelar contra o Estado, os serviços jurídicos do município concluíram que, não obstante a construção da subestação violar o estatuto especial da área do Monsanto, a Câmara não conseguiria cumprir todos os requisitos de prova exigidos para este tipo de acção cível.
inJN

...A CML não conseguiria porque o próprio executivo deu logo, sem qualquer contestação ou estudo de alternativas, luz verde ao projecto. Inclusivamente os espaços verdes, deram logo o seu aval tendo por única preocupação que compensações deveriam negociar. Os espaços verdes não têm por obrigação a defesa manutenção dos mesmos espaços verdes? O PFM , enquanto maior espaço verde da cidade deveria ser encarado com um pouco mais de respeito. Já basta de pensar que "aquilo é tão grande que tirar mais umas árvores ou meter lá mais qualquer coisa que não cabe noutro lado ou porque é mais barato não faz mal nenhum". Infelizmente é assim que continuam a pensar.

Comunicado Plataforma por Monsanto, 16-12-09: AGRAVOU-SE O ARBORICÍDIO NO PARQUE FLORESTAL DE MONSANTO

A razia de árvores contínua, agora em duas frentes. A situação agravou-se de forma significativa junto à Alameda Keil do Amaral e com a rápida abertura de uma enorme clareira e de uma estrada para a REN na zona do Zambujal. Neste caso estava previsto abaterem-se 200 árvores mas esta manhã estimamos em muito mais as árvores abatidas. Neste local é impressionante a visão das árvores cortadas.

É urgente parar com este, que é, um dos maiores crimes dos últimos anos perpetrado contra Monsanto.

Esta Plataforma solicitou ao Sr. Presidente da CML, Dr. António Costa, uma reunião com carácter de urgência para analisar esta grave situação.


A Plataforma por Monsanto.

Lisboa 16 de Dezembro de 2009

Nota: em anexo seguem fotos com mais e novos exemplos de árvores cortadas, tanto junto á Alameda Keil do Amaral como para as obras da REN.




__________________________________________________________________
Entidades que fazem parte da Plataforma por Monsanto: Associação dos Amigos e utilizadores do Monsanto; Associação de Moradores do Alto da Ajuda; AMBEX, Associação de Moradores do Bairro do Calhau; QUERCUS; LPN; Grupo Ecológico de Cascais; Clube de Actividades de Ar Livre; Fórum Cidadania Lx; Associação Lisboa Verde; ASPEA; Fundação das Casas de Fronteira e Alorna, ATTAC verde, GAIA, Clube Caminheiros de Monsanto

Junto Alameda Keil do Amaral, 16-12-09.





REN,16-12-09





sexta-feira, 11 de Dezembro de 2009

Era uma vez uma árvore...

Era uma vez uma árvore, ou o que dela resta, cujo coto ainda está no Parque de estacionamento do Penedo em Monsanto, que estava bem sã apesar dos seus cerca de 30 anos, que não incomodava ninguém,que não nasceu nem cresceu mal ,que não apresentava problemas fitossanitários, que não tapava outras que cresciam a seu lado, que não pertencia a nenhuma espécie infestante, esta árvore, como tantas outras ultimamente, afinal não foi cortada."Foi mondada". Fico mais descansado!

Plataforma por Monsanto acusa câmara de Lisboa de "arboricídio"

A Plataforma por Monsanto acusou hoje a Câmara de Lisboa de estar a derrubar "sem critério" dezenas de árvores do parque florestal, mas o vereador do Ambiente afirma tratar-se de uma operação necessária, que se realiza anualmente.

Segundo Artur Lourenço, da Plataforma, o abate começou no Verão e, já na altura, o grupo pediu esclarecimentos ao pelouro dos Espaços Verdes.

"Deram-nos alguma informação e ficámos por ali, achámos que podíamos estar a ser exagerados. Só que recentemente as coisas complicaram-se, recebemos várias chamadas de alerta, inclusive de pessoas de dentro da câmara, e quando fomos ver o que se passava ficámos aterrorizados", contou à Lusa.

A zona da Alameda Keil do Amaral está no centro das preocupações, depois do Alto do Duque e do antigo aquaparque, constituindo a maior mancha da Europa de pinheiro-das-Canárias. Junto ao parque de estacionamento foi derrubada uma árvore de borracha sem qualquer motivo, só por um capricho, além de pinheiros, carvalhos e eucaliptos".

Artur Lourenço referiu que os últimos pedidos de esclarecimento à autarquia, enviados no mês passado, não surtiram qualquer efeito, o que motivou a Plataforma a lançar hoje um comunicado onde pede a suspensão dos trabalhos e a divulgação dos critérios utilizados para o "corte indiscriminado de tantas árvores" e do conteúdo do contrato celebrado com a empresa responsável pela empreitada.

Para as associações, o município está a cometer um "arboricídio" injustificado que "ultrapassa em muito" uma normal acção de limpeza.

Reagindo a esta polémica, o vereador do Ambiente e Espaços Verdes, José Sá Fernandes, afirma que “houve critérios na intervenção e a plataforma foi informada" pelo que "não pode alegar desconhecimento”.

De acordo com Sá Fernandes, além da limpeza de infestantes, como acácias, aquela intervenção é a chamada “monda das árvores”, que “todos os anos se faz, porque é necessário”.

“Para se desenvolverem algumas árvores, têm que se cortar outras. Isso faz-se em qualquer parte do Mundo”, argumentou.

“Houve critérios, definidos por profissionais”, sublinhou.

in Jornal i


......

Em julho deste ano a plataforma por Monsanto pediu , ao gabinete do Sr. Vereador Sá Fernandes,esclarecimentos sobre a limpeza de mata que estava a decorrer porque esta levantava muitas dúvidas. Foi dada uma resposta que nos pareceu aceitável e ficámos por aí. Mas continuamos atentos.No dia 20 de Novembro, e depois de muitas queixas dos utilizadores e de constatarmos regularmente no local que a limpeza ultrapassava em muito informação que nos tinha sido dada,foi enviado novo pedido de esclarecimento, desta vez para o Sr. Presidente António Costa e para o Sr. Vereador José Sá Fernandes.No dia 4 de Dezembro recebemos a resposta do Sr. Presidente dizendo que remetia a resposta para o Sr. Vereador Sá Fernandes, o que é normal, que nunca respondeu. Perante a gravidade da situação( que se agrava de dia para dia como facilmente se constata no local) e porque a resposta dada em julho nada tinha a ver com a situação actual a Plataforma faz sair o comunicado. Segundo o nosso entendimento, e de muitas pessoas responsáveis que não pertencem á plataforma, isto é muito mais que uma limpeza de mata, ou "monda das árvores" e por isso mesmo exigimos saber quais os critérios concretos para o abate das árvores e quais os termos do contrato celebrado com a empresa encarregue da empreitada.A plataforma por Monsanto sempre teve uma atitude responsável e de dialogo na defesa do Parque Florestal de Monsanto e assim continuará.


quinta-feira, 10 de Dezembro de 2009

Alguns exemplos do arborícidio em Monsanto.









































ARBORICÍDIO NO PARQUE FLORESTAL DE MONSANTO



PLATAFORMA POR MONSANTO


ARBORICÍDIO NO PARQUE FLORESTAL DE MONSANTO




A Plataforma por Monsanto vem por este meio alertar a população de Lisboa e os órgãos de Comunicação Social para o autêntico arboricídio que, a pretexto de uma limpeza de mata, está a acontecer no parque florestal de Monsanto em Lisboa.
A Plataforma por Monsanto exige que sejam suspensos imediatamente os trabalhos e que sejam divulgados os critérios utilizados para este corte indiscriminado de tantas árvores, bem como o teor do contrato feito com a empresa que está a realizar o referido abate.

A Plataforma por Monsanto lastima que nestes últimos tempos, a CML tenha vindo a permitir, quando não a promover, uma prática comprovada de constante delapidação do território e do património arbóreo do parque, continuando por outro lado e sistematicamente, a adiar a resolução dos vários problemas graves do parque (ex. clube de tiro) preferindo optar em vez disso por contrapartidas, discutíveis, em determinadas ocasiões como acontece, por exemplo, no caso da subestação da REN.

A Plataforma por Monsanto.

Lisboa 10 de Dezembro de 2009


__________________________________________________________________
Entidades que fazem parte da Plataforma por Monsanto: Associação dos Amigos e utilizadores do Monsanto; Associação de Moradores do Alto da Ajuda; AMBEX, Associação de Moradores do Bairro do Calhau; QUERCUS; LPN; Grupo Ecológico de Cascais; Clube de Actividades de Ar Livre; Fórum Cidadania Lx; Associação Lisboa Verde; ASPEA; Fundação das Casas de Fronteira e Alorna, ATTAC verde, GAIA, Clube Caminheiros de Monsanto

domingo, 6 de Dezembro de 2009

Cogumelos!















As árvores velhas também são bonitas!









Mas ainda é Outono!







quarta-feira, 2 de Dezembro de 2009

Cheira a Inverno.






quinta-feira, 26 de Novembro de 2009

Parque Florestal de Monsanto: Três gravíssimos problemas por resolver!



No seguimento o acórdão que deu razão aos cidadãos na questão do Aquaparque relembro aqui 3 problemas bem mais graves que a CML não parece ter vontade de resolver e que até promove:

Campo de Tiro-continua a funcionar ilegalmente, há mais de 2 anos, com o maior dos descaramentos. Anteriormente era por culpa da oposição e agora quais serão as desculpas?
Responsabilidade: C.M. Lisboa.

Panorâmico de Monsanto- continua de pé a intenção de transferir para o parque a protecção civil e fazer um mega-quartel de Bombeiros , com construção e todos os impactos negativos que virão de tal iniciativa.
Responsabilidade: C.M. Lisboa.

Sub-estação REN-200 árvores abatidas e mais um pedaço roubado ao parque.
Responsabilidade: Governo, com o apoio da C.M. Lisboa que nunca fez nada para criar alternativas e se limitou a negociar contrapartidas.


quarta-feira, 25 de Novembro de 2009

Supremo considera nulas as cedências de terrenos a privados em Monsanto

O parque verde da capital está sujeito ao regime florestal total, em vigor desde 1901, e a desafectação de áreas só pode ser efectuada mediante decreto do mesmo nível que o criou.

Supremo Tribunal Administrativo (STA) declarou "nulas as deliberações" da Câmara Municipal de Lisboa, em 1987 e 1997, que aprovaram a cedência de 18 hectares no perímetro do Parque Florestal de Monsanto para a instalação do Aquaparque e a sua posterior adaptação a parque de diversões. A decisão respondeu favoravelmente ao recurso de uma associação de moradores criada para preservaraquele parcela do património natural da cidade.

A Associação de Moradores e Amigos da Freguesia de S. Francisco Xavier intentou uma acção popular contra a câmara e as empresas Aquaparque - Atracções Turísticas e Aventura em Lisboa - Parque Temático de Diversões, solicitando que fossem declaradas nulas as deliberações que constituíram direitos de superfície a favor daquelas sociedades. O Parque Florestal de Monsanto foi criado por decreto-lei em 1934, com cerca de 600ha. A autarquia resolveu, em 1987, afectar ao seu domínio privado 18ha do chamado "pulmão verde" da cidade, que antes se encontrava integrado no "domínio público da câmara".

A finalidade da deliberação do executivo então liderado por Krus Abecasis era a deceder o direito de superfície sobre aquele espaço à sociedade Aquaparque para a "construção de um parque de diversões aquáticas e desportivas de lazer". O recinto funcionou até 1993, na zona de Caselas, fechando portas após o afogamento de duas crianças. Quatro anos depois, no mandato de João Soares (PS), a câmara revogou a primeira cedência e atribuiu o direito de superfície de 8,1ha da mesma parcela à Aventura em Lisboa, para um parque de diversões.

O Tribunal Administrativo de Lisboa rejeitou a acção dos moradores "por extemporaneidade". A associação recorreu depois e o STA veio dar-lhe razão em 18 de Novembro. No recurso salienta-se que as deliberações camarárias "evidenciam com clareza que os terrenos em causa são transformados de "parque florestal" em "terrenos aptos à construção"" e que a alteração de usos, uma vez que Monsanto está sujeito ao regime florestal total, carece de autorização prévia da administração pública. O acórdão do Supremo Tribunal Administrativo entende que, "ao submeter-se ao regime florestal total, o Parque Florestal de Monsanto ficou, assim, sujeito a um regime como se fosse propriedade do Estado".

Uma vez que o regime florestal (1901) e a sua regulamentação (1903) ainda estão em vigor, o tribunal concluiu que, "se a sujeição ao regime florestal depende de decreto, só diploma com idêntico valor poderá prever ou possibilitar a criação do direito de superfície". Ora, inexistindo qualquer diploma desse género, o acórdão considerou nulas as deliberações da câmara de 1987 e 1997. "O poder político nunca gosta da democracia directa", comentou Luís Tamegão, advogado dos moradores, acrescentando que a decisão mostra que "os tribunais podem ser uma solução" quando as entidades se recusam a escutar as populações.


Uma vitória da cidade e da região

PDM classifica Monsanto "área verde de recreio"

Uma vitória que "não é para a associação, mas para os cidadãos de Lisboa e da região", declara Ana Coelho, da Associação de Moradores e Amigos da Freguesia de S. Francisco Xavier, acerca da decisão do Supremo Tribunal Administrativo sobre os terrenos do antigo Aquaparque. A representante dos moradores considera que valeu a pena esperar que o tribunal colocasse um ponto final na transferência para privados de uma área florestal que deve ser preservada para beneficio das populações. A decisão deverá acabar de vez com a possibilidade de instalação de um parque de diversões com impactos directos em habitações e no Hospital de S. Francisco Xavier. Ana Coelho admite que a câmara pode agora avançar com a anunciada reconversão do espaço para usos de lazer. É que, apesar da mudança de discurso do actual executivo, a câmara sempre se opôs, em tribunal, à argumentação dos moradores em defesa da preservação do parque florestal, alegando que o PDM lhe conferia poderes para gerir Monsanto como "área verde de recreio". L.F.S


Abre na Primavera


"Excelente", foi como o vereador do Ambiente, José Sá Fernandes, classificou o acórdão desfavorável ao município. O autarca recordou que a câmara tomou posse do espaço há alguns meses e adiantou que este deve "abrir na Primavera" ao público. Após a recuperação dos pavimentos, o uso a dar ao espaço vai ser discutido com a população. Sobre um pedido de indemnização de 35 milhões de euros do promotor do parque de diversões, Sá Fernandes rematou que "não tem razão nenhuma", pois, além de ser nulo, não se cumpriu o objecto do direito de superfície.

in Público 25-11-09

........

Uma grande vitória da Cidadania,da intervenção pública, sobre a prepotência e o constante violar do espaço público e dos direitos dos cidadãos!!

PARABÉNS





segunda-feira, 23 de Novembro de 2009

Dia da floresta Autóctone



domingo, 22 de Novembro de 2009

Plantar 1 Árvore. Parque Florestal de Monsanto, Lisboa.











































Realizou-se ontem, dia 21 de Novembro a iniciativa “plantar 1 árvore”, no parque Florestal de Monsanto em Lisboa. Foi organizada por um grupo de cidadãos e contou com o apoio da C.M.L. A participação foi extremamente positiva e nem a ameaça de chuva afastou adultos e crianças que em grande numero se deslocaram ao local provando que, quando as coisas são bem organizadas e têm um objectivo tão positivo como este, os cidadãos correspondem da melhor forma exercendo assim um verdadeiro acto de cidadania. Desta acção, que deverá repetir-se noutras zonas do País, resultou a plantação de cerca de 1000 árvores.
Uma palavra especial para a extremosa e dedicada participação da equipa de funcionários dos espaços verdes da CML que, com a sua experiencia e amabilidade, deram um indispensável contributo para o sucesso da iniciativa.
Parabéns a todos.


terça-feira, 17 de Novembro de 2009

21 de Novembro,PFM.

Um grupo de cidadãos está a organizar uma iniciativa de plantação de 1000 árvores num só dia em Lisboa. As árvores serão plantadas numa zona limítrofe de Monsanto no dia 21 de NOVEMBRO de 2009 às 10h.

As árvores serão adquiridas aos viveiros florestais de Monsanto e as espécies a plantar serão autóctones, essencialmente sobreiros e azinheiras. A C.M.L. apoia a iniciativa, através da disponibilização e preparação do terreno, e também fornecendo apoio logístico e técnico no dia da plantação. As árvores serão oferecidas pela C.M.L.

Cada participante poderá plantar uma ou mais árvores. Idealmente em média pretende-se que cada pessoa plante 3 árvores de forma a atingirmos as 1000 árvores com cerca de 300 participantes.

Esta inovadora iniciativa está a ser encarada como projecto piloto. Se funcionar bem poderá ser replicado noutra escala. Os participantes nesta iniciativa serão portanto os pioneiros.

Os interessados deverão inscrever-se nohttp://www.plantarumaarvore.org/

....

Uma boa iniciativa onde conto estar presente.
Pena que continue a não existir o cuidado de preservar o que existe. Uma árvore leva muitos anos a crescer e uma árvore plantada,por muito boas intenções que tenha quem a plantou, nunca substitui uma indevidamente cortada.

Abate de Árvores em Monsanto.











Continua no em curso, no Parque Florestal de Monsanto, uma limpeza de mata que levanta muitas dúvidas quanto aos critérios para o abate de Árvores. Apenas 2 exemplos entre muitos:
Dificilmente se compreende o abate deste Pinheiro Manso, que não apresenta qualquer problema e foi abatido junto ao bairro do Caramão da Ajuda. Inconcebível mesmo o abate desta árvore da Borracha, com 30 anos, no parque de estacionamento do penedo, árvore sã , que se encontrava num sitio onde não incomodava ninguém. Critérios muito estranhos estes...

terça-feira, 6 de Outubro de 2009

Breve balanço pessoal de 2 anos de governação da mais importante zona verde da cidade. O parque florestal de Monsanto.

Positivo:

1- Inicio da construção das ciclovias de ligação do parque a algumas zonas da cidade com destaque para o chamado corredor verde.

2-Tentativa de resolução do problema do Aquaparque, situação que se arrasta há anos.

3-Limpeza de plantas infestantes em algumas zonas do parque.

4-Manutenção -Arranjo de alguns caminhos, presentemente a decorrer, manutenção de zonas vedadas como os parques infantis da Serafina e Alvito ou zona da Alameda Keil do Amaral. Limpeza de infestantes em algumas zonas do parque.

5-Fim (?) do plano de urbanização da Quinta “Zé Pinto”.

Negativo:

1- Campo de tiro – Com o contrato denunciado há mais de 2 anos continua a sua actividade ilegalmente. É a principal fonte de poluição do parque. De uma incoerência incompreensível.


2- Trânsito automóvel - Um dos principais problemas do parque : excesso de velocidade, falta de medidas de acalmia de trânsito, falta de sinalização adequada, falta de passadeiras, total falta de respeito pelo código de estrada, perigo para pões e ciclistas. Rigorosamente nada foi feito.


3- REN - A facilidade com que a CML aceitou e apoiou a construção de uma sub-estação da REN , que vai ter como consequência, entre outras, o abate de 200 árvores numa área protegida como zona de protecção total. A facilidade com que tudo isto foi idealizado

4- Panorâmico de Monsanto: A projectada transferência dos quartéis de bombeiros do centro da cidade e protecção civil para este espaço com todas as consequências nefastas que irá ter sobre o parque. Um projecto megalómano que tem em vista resolver um problema imediato e a curto prazo. Mal planeado, mal estudado.


5- Manutenção – exceptuando as zonas acima referidas, na sua grande maioria a manutenção parque deixa muito a desejar. Lixo, abandono, falta de conservação e renovação. Também a limpeza da mata levanta muitas dúvidas estando esta ser feita a troco da madeira cortada. È muitas vezes incompreensível porque é que certas árvores são abatidas e dá a sensação que é necessário rentabilizar o trabalho realizado.


6- Realização de grandes eventos: Sendo uma zona protegida o parque não deve estar sujeito a realização de grandes eventos que obriguem a terraplanagens, construção de infra-estruturas, movimento de maquinas e automóvel sobre o coberto vegetal, colocação de redes e privatização mesmo que temporária do espaço. Estes eventos têm grandes impactos negativos ao nível da poluição sonora e ambiental e não se devem voltar a realizar.


7- Educação ambiental: É notório um grande retrocesso a este nível devendo esta voltar a ser uma das grandes prioridades para o parque.

8- Continuação de uma mentalidade que entende o Parque como um “banco” de terrenos com terrenos “livres” e baratos onde cabe tudo o que não cabe no centro da cidade.
È urgente definir de uma vez por todas o que se quer para o parque de modo a não permitir esta constante tentativa de tomada de medidas avulsas, abusivas e de curto prazo. É urgente a elaboração de um plano para Monsanto, actualizado, que tenha em conta as realidades actuais, que vise a sua preservação e protecção efectivas. É urgente o respeito efectivo pelo PDM.

sexta-feira, 2 de Outubro de 2009

Outono.



Outono.



Outono.



Outono.



Outono



Outono



Outono.



segunda-feira, 28 de Setembro de 2009

Outono.



Outono



Outono.



Outono.



domingo, 27 de Setembro de 2009

Pedras.











terça-feira, 22 de Setembro de 2009

Outono!



segunda-feira, 21 de Setembro de 2009

Timidamente, o Outono, vai chegando ao Parque Florestal de Monsanto.









sábado, 19 de Setembro de 2009

Programa "Biosfera" sobre o Parque Florestal de Monsanto

ver em .
http://tv1.rtp.pt/programas-rtp/index.php?p_id=24778&e_id=37&c_id=8&dif=tv&hora=01:45&dia=16-09-2009

sexta-feira, 18 de Setembro de 2009

Transito, Parque Florestal de Monsanto.





Uma vez mais o problema da mobilidade vai ficar por resolver no Parque Florestal de Monsanto. Excesso de velocidade, desrespeito de passadeiras, quando existem, falta de sinalização, sinalização destruída e sem manutenção, perigo para quem circula a pé ou de Bicicleta. Continua tudo na mesma .

quarta-feira, 16 de Setembro de 2009

Lago.



Lago.



Lago.



quinta-feira, 10 de Setembro de 2009

Ministro declarou utilidade pública à transferência de parcela de terreno
Obras da REN em Monsanto chegam a Bruxelas
09.09.2009 - 09h36 Inês Boaventura
A Plataforma por Monsanto apresentou uma queixa ao comissário europeu para o Ambiente contra a suspensão do Plano Director Municipal de Lisboa para permitir a construção de uma subestação eléctrica no parque florestal, obra que obrigará ao abate de 200 árvores.

A nova infra-estrutura da REN (Redes Energéticas Nacionais), a implantar numa área de 5305 metros quadrados, destina-se a "alimentar a zona ribeirinha de Lisboa desde Ajuda/Pedrouços até Cais do Sodré/Santos, assim como Algés e Carnaxide". Em comunicado, a Plataforma por Monsanto diz que a obra, a realizar-se, "não terá em conta qualquer estudo de impacte ambiental, qualquer estudo de alternativas credíveis e irá, entre outras consequências graves, ser responsável pelo abate de 200 árvores numa área que deveria ser defendida e protegida". Para tentar travar a construção, a plataforma, que reúne várias organizações ambientalistas, enviou uma queixa ao comissário europeu para o Ambiente, Stavros Dimas.

A suspensão do PDM, por um período de dois anos prorrogável por mais um, para permitir a a execução da obra, foi determinada em Junho pelo Governo, apesar de a Câmara ter chumbado a proposta, com os votos contra de toda a oposição, e a favor do PS e de José Sá Fernandes. Ainda nesse mês, o ministro da Economia declarou a utilidade pública da transferência da parcela de terreno em causa, no limite este do parque florestal, do domínio municipal para o Estado e autorizou a posse administrativa da mesma.

O chumbo da maioria dos vereadores também não impediu a assinatura, em Agosto, de um protocolo entre a Câmara e a REN, no qual se estipula que a escritura de transferência de propriedade deverá ser efectuada "no prazo máximo de 90 dias".

Numa outra cláusula fixa-se em 1,4 milhões de euros o valor a pagar "para minimização dos impactos causados sobre o Parque Florestal de Monsanto, como compensação dos prejuízos directos e indirectos causados com a construção desta infra-estrutura, nomeadamente no que diz respeito ao corte de árvores necessário". Esse valor será pago "em espécie, em execução de obras a definir pela CML". Segundo um assessor do vereador Sá Fernandes, um dos trabalhos a realizar é a construção do troço do corredor verde entre a Gulbenkian e o Parque Eduardo VII.

"Impõe-se perguntar como pode o corredor verde ser construído com o sacrifício de parte da zona verde mais importante da cidade, o Parque Florestal de Monsanto?", pergunta a Plataforma por Monsanto.

sexta-feira, 4 de Setembro de 2009

Será possivel?


CORREDOR VERDE EM FASE DE CONCLUSÃO.
Foi inaugurada a ponte pedonal e ciclável sobre a Radial de Benfica, ligando Monsanto ao Parque Eduardo VII, constituindo o ponto de partida para a execução do último troço do Corredor Verde. Este projecto vai permitir ligar não só o Parque Eduardo VII a Monsanto, mas também ao Parque das Nações, integrando uma rede de vias cicláveis, num total de 40 Km.Para o efeito foi assinado um protocolo entre a CML e a REN - Rede Eléctrica Nacional, nos termos do qual acordam as condições da ocupação, pela REN, de uma parcela de terreno da autarquia, destinada à construção da subestação do Zambujal, com o fim de fornecer energia ao Corredor Verde.
in: Newsletter E-Pólen Setembro 09- espaços verdes CML
....
Sempre fui um defensor de ciclovias que ligassem Monsanto ao resto da cidade e sobretudo do chamado corredor verde. Mas será possível ter sido assinado um protocolo com a REN para construção da subestação do zambujal, dentro do parque de Monsanto, construção projectada sem qualquer estudo de impacte ambiental, sem estudo sério de alternativas, que obedece a suspensão do PDM e que a ser efectuada irá ter com consequência, entre outros impactos negativos, o abate de cerca de 200 árvores no Parque florestal de Monsanto, zona protegida pelo regime florestal? Será possível que o corredor verde seja apresentado como justificação para esta barbaridade. Não é um contra-senso?
(na foto : parte de zona arborizada a ser abatida)

HASTEAR DA BANDEIRA ECO XXI. JUNTO AO CAMPO DE TIRO?



HASTEAR DA BANDEIRA ECO XXI
No seguimento da atribuição da “Bandeira Verde” pela Associação Bandeira Azul da Europa (ABAE) à CML - que distingue a adopção de boas práticas ambientais pelo Município - teve lugar no Espaço Monsanto a cerimónia do hastear desta Bandeira. Esta é a maior distinção atribuída pela ABAE e é indicativa da existência de um percurso consistente no sentido da sustentabilidade na cidade de Lisboa.
in-Newsletter E-Pólen Setembro 09-Espaços verdes CML
....
Esta atribuição é obviamente motivo de satisfação. Foi colocada no Parque florestal de Monsanto, sítio óbvio. Mas a incoerência continua, a bandeira foi colocada junto ao campo de tiro, estrutura que passados 2 anos da cessação do seu contrato continua a ser o principal foco de poluição sonora e ambiental do parque. Isto para alem dos verdadeiros atentados projectados como seja a transferência dos serviços da protecção civil para o panorâmico de Monsanto ou a suspensão do PDM, para colocação de infra-estrutura da REN, que vai ter como consequência o abate de cerca de 200 árvores. Haja paciência.

quinta-feira, 3 de Setembro de 2009

CERCA DE 700 ANIMAIS JÁ DERAM ENTRADA NO LxCRAS EM 2009

CERCA DE 700 ANIMAIS JÁ DERAM ENTRADA NO LxCRAS EM 2009 Desde o início do ano, o LxCRAS já recebeu para recuperação cerca de 700 animais de espécies autóctones da fauna portuguesa. Uma das principais causas de admissão está relacionada com a colisão com veículos ou outras estruturas antropogénicas, como cercas, janelas e cabos, o que origina traumas muitas vezes difíceis de resolver, apesar de todos os esforços da equipa. Contudo, a maior causa de entrada de animais no centro até ao momento é devida à saída precoce do ninho pelas crias, sobretudo de aves, o que conjuntamente com as situações de morte dos progenitores e também pilhagem dos ninhos, perfaz cerca de 40% dos casos. Até meados de Agosto deste ano, foram já acolhidas cerca de 250 crias para recuperação, desde rapinas diurnas e nocturnas a andorinhões e passeriformes, entre outros. Para o correcto desenvolvimento destas aves, é exigido à equipa um grande esforço e dedicação, de modo a conseguir-se que reúnam as condições mínimas de sobrevivência na Natureza, nomeadamente as suas condições fisiológicas, de locomoção, alimentação e comportamento natural (incluindo caça, quando aplicável). Destacamos o caso de duas espécies comuns na cidade, o andorinhão-preto (Apus apus) e o peneireiro-vulgar (Falco tinnunculus), cujo número de crias entregues aos cuidados do LxCRAS ascende já a mais de 40, cada. Apesar de bastante diferentes, ambas nidificam em edifícios a grande altitude, o que muitas vezes leva a que, ao iniciarem os seus primeiros voos, as crias que não tiveram sucesso venham a ser encontradas em terraços ou varandas.


Newsletter E-Pólen Setembro 09- Espaços verdes CML

...
Um bom exemplo do que deve e pode ser o Parque florestal de Monsanto. O LxCRAS tem realizado um trabalho notável.

terça-feira, 1 de Setembro de 2009

vistas da Alameda Keil do Amaral ...



...e do Miradouro dos Montes Claros.


segunda-feira, 31 de Agosto de 2009

Visitantes de França. Alameda Keil do Amaral.


.


domingo, 30 de Agosto de 2009

Pequeno bosque, zona Alameda Keil do Amaral.















sexta-feira, 28 de Agosto de 2009

Miradouro Keil do Amaral


Miradouro Keil do Amaral.


quinta-feira, 27 de Agosto de 2009

Skate Park, Alameda keil do Amaral, P.F. de Monsanto.












Apesar do aviso colocado no local, de que o equipamento está em mau estado, eu diria mesmo perigoso, e que em breve será alvo de remodelação este continua a ser utilizado.
Para alem do óbvio vandalismo, mas também do cuidado de muitos utilizadores que voluntariamente o tentam reparar, o equipamento tem sido alvo ao longo destes últimos tempos de um significativa falta de manutenção e vigilância que degenerou no que hoje vemos: Está irrecuperável. Este e o outro equipamento ao lado que se apresenta nas mesmas condições. Sei que é difícil chegar a tudo mas a manutenção do parque continua a deixar muito a desejar.



Montes Claros



O jardim dos Montes Claros tem sido, ao longo dos tempos, bem preservado e foi, não há muitos anos, alvo de uma renovação. Hoje nota-se um certo desleixo na sua manutenção apresentando um lago com pouca água e sujo e um relvado maltratado e seco. Daqui até a uma deteorização mais grave é um pequeno passo. Se não forem tomadas medidas.

Céu II


Céu


quarta-feira, 26 de Agosto de 2009

Caminho dos Moinhos.


Caminho dos Moinhos II.


Caminho dos Moinhos III.


Final de tarde de verão.





quinta-feira, 6 de Agosto de 2009

Parque Florestal de Monsanto-Zona onde se realizou um Festival de Musica.Um mês depois.































quarta-feira, 29 de Julho de 2009

Plataforma por Monsanto recebe Menção Honrosa do Prémio Nacional de Ambiente.

A Plataforma por Monsanto foi distinguida, com uma Menção honrosa, no Prémio Nacional de Ambiente atribuído anualmente, desde 1999,  pela Confederação Portuguesa das Associações  de Defesa do Ambiente.
A Plataforma , cujo objectivo principal é a defesa do Parque Florestal de Monsanto em Lisboa, foi distinguida " pela forma persistente e continuada na defesa do Parque Florestal de Monsanto, nos últimos anos, no âmbito da defesa dos interesses dos cidadãos e do meio ambiente."

...

Parabéns à Plataforma por Monsanto e  a todos quantos continuam a fazer alguma coisa para que possamos viver numa cidade melhor. Parabéns também a todas as organizações e cidadãos que a ela individualmente pertencem.

sexta-feira, 10 de Julho de 2009

O Blog vai de férias.

Girassóis, junto á entrada norte. Ao vê-los ficamos mais bem dispostos.

quinta-feira, 9 de Julho de 2009

Monsanto. Parque florestal ?






segunda-feira, 6 de Julho de 2009

Restos de um evento realizado a semana passada no anfiteatro da Alameda Keil do Amaral. Porque não há mais cuidado?



sexta-feira, 3 de Julho de 2009

Questões ambientais levantadas
Maioria das associações da Plataforma por Monsanto contesta festival Delta Tejo 
03.07.2009 - 14h54 Lusa
Doze das treze associações da Plataforma por Monsanto decidiram não assinar qualquer acordo com o patrocinador do festival Delta Tejo, que se realiza entre hoje e domingo naquele parque, por contestarem as compensações oferecidas e o impacto ambiental do evento.

Depois de o grupo ter protestado contra a falta de limpeza dos terrenos após a edição do ano passado do festival, a Delta Cafés SGPS entrou em diálogo com as associações ambientais e de cidadania, organizando duas reuniões. 

À Plataforma acabou por ser apresentada uma proposta de união de esforços para reduzir o impacto ambiental da iniciativa, na qual a empresa se comprometia, entre outros, a realizar uma campanha de sensibilização, a utilizar meios e materiais ecológicos, a construir casas de banho (que serão hoje inauguradas) no parque e a compensar a pegada ecológica do evento com projectos de preservação da natureza "noutras zonas do país". 

"A acção é praticada em Monsanto e as contrapartidas relativas a alguma atitude mais agressiva para o ambiente não são sequer em Lisboa", disse à Lusa Manuel Verdugo, da Plataforma, sublinhando que o grupo discorda mesmo da realização de festivais no espaço verde de Monsanto. "Temos tantos espaços na cidade mais adequados. Há uma ideia errada de Monsanto, quando se encerra equipamentos é para lá que os mandam, mas Monsanto tem de se preservado", defendeu.

O representante apontou a "invasão de carros" que por vezes derrubam arbustos, a falta de respeito de algumas pessoas e a poluição sonora - com impacto no estado de espécies como a coruja - como principais problemas.

Manuel Verdugo disse que, ainda assim, o acordo com a patrocinadora poderia ser equacionado se as contrapartidas fizessem a diferença em Monsanto a nível ecológico. 

Já a Quercus optou por estabelecer uma parceria: segundo informação da Delta Cafés, a empresa e a associação acordaram que a produtora de café vai participar no projecto de conservação do Caniçal no Vale do Tejo, residência da maior colónia de garças portuguesa, além de apoiar a plantação de árvores na área desflorestada de Portas de Ródão. 

"Iniciámos um processo de diálogo com a Delta e consideramos que não se pode agora interromper o diálogo só porque, de repente, os projectos de compensação não são os melhores. Nós assumimos que a proposta seria para nós aceitável, as outras associações são livres para aceitar ou não", explicou Susana Fonseca, da Quercus. 

Para a organização ambientalista, que vai hoje assinar uma carta de entendimento com a empresa, não parece correcto quebrar as negociações depois de um ano de conversações e mesmo antes do evento. 

Quanto à adequação do Parque Florestal de Monsanto para a realização de festivais, Susana Fonseca afirmou que a Quercus não vê total incompatibilidade, embora admita que "talvez aquele não seja o local mais apropriado".
http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1390151&idCanal=59

quinta-feira, 2 de Julho de 2009

Comunicado da Plataforma por Monsanto sobre a realização do festival Delta Tejo no Parque Florestal de Monsanto:


Comunicado da Plataforma por Monsanto sobre a realização do festival Delta Tejo no Parque Florestal de Monsanto:


A Plataforma por Monsanto decidiu, por esmagadora maioria, não assinar qualquer protocolo com a organização do festival Delta Tejo devido ao facto de não concordar com as compensações propostas e, sobretudo, com a realização de um evento de tão grandes dimensões e que tantos impactos negativos provoca num espaço tão sensível como é o Parque Florestal de Monsanto. Assim sendo, e no caso de alguma organização integrante da Plataforma por Monsanto decidir assinar este documento, fá-lo-á por sua iniciativa e inteira responsabilidade. A Plataforma por Monsanto reafirma a sua firme oposição á continuação deste tipo de eventos no Parque esperando que esta seja a ultima edição realizada dentro do perímetro do parque Florestal de Monsanto. A plataforma por Monsanto continua a manifestar a sua disponibilidade para continuar o diálogo com as entidades responsáveis e a dar o seu contributo sério para a defesa e preservação do Parque Florestal de Monsanto em Lisboa.


Lisboa, 1 de Julho de 2009

quarta-feira, 1 de Julho de 2009

Parque Florestal de Monsanto sem Deltatejo


Parque Florestal de Monsanto com Deltatejo




terça-feira, 30 de Junho de 2009

Chuva num dia de Verão II

segunda-feira, 29 de Junho de 2009

Chuva num dia de Verão

sábado, 27 de Junho de 2009

Casas de banho, Alameda Keil do Amaral.

Está a decorrer hoje, durante todo o dia, um grande pic-nic na alameda Keil do Amaral. Estas casas de banho, contrapartida(?) do festival "Delta Tejo"para duas edições, prontas há já alguns dias continuam encerradas, talvez á espera de uma pomposa inauguração. Entretanto as casas de banho mais próximas estão a cerca de 500 metros. 

quinta-feira, 25 de Junho de 2009

Instalação de uma sub-estação de electricidade
Câmara de Lisboa aprova providência cautelar contra obra da EDP em Monsanto 
25.06.2009 - 09h13 Lusa
Os vereadores da oposição na Câmara de Lisboa viabilizaram ontem uma proposta do PCP para a interposição de uma providência cautelar contra a decisão do Governo de instalar uma sub-estação de electricidade em Monsanto.

A deliberação foi aprovada com os votos favoráveis de todos os partidos da oposição -- Lisboa com Carmona, Cidadãos por Lisboa, PSD e PCP -- e os votos contra dos vereadores do PS e do vereador José Sá Fernandes. A ideia de a autarquia interpor uma providência cautelar foi avançada pelo vereador do PCP Ruben de Carvalho, tendo subscrito a proposta os restantes vereadores da oposição.

Apesar de a Câmara ter aprovado, com os votos da oposição, um parecer desfavorável, há cerca de um mês, o Governo suspendeu o Plano Director Municipal (PDM) de Lisboa por resolução do Conselho de Ministros de 17 de Junho para instalar a sub-estação no Monsanto. "O Parque de Monsanto não pode ser retalhado por alegado 'interesse regional e nacional' quando há outras alternativas de localização da sub-estação", lê-se na deliberação aprovada em reunião do executivo municipal.

Segundo a deliberação camarária, "os estudos ambientais em que o Governo se baseou são estudos internos realizados a pedido da REN em 2005 e não obedecem às exigências de participação e transparência dos processos de avaliação de impacte ambiental à luz da legislação portuguesa". 

O presidente da Câmara, António Costa (PS), defendeu a instalação da sub-estação em Monsanto, considerando uma "obra útil e necessária à cidade, que não danifica Monsanto". António Costa considerou ainda serem "vantajosas" as contrapartidas que foram negociadas e que envolviam a reposição no parque florestal das cerca de 200 árvores que será necessário abater naquela zona. Ruben de Carvalho e Helena Roseta foram escolhidos como interlocutores dos vereadores da oposição junto dos serviços jurídicos da autarquia, que darão seguimento à deliberação camarária.

http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1388603&idCanal=2100

quarta-feira, 24 de Junho de 2009

Entrada norte e ciclovia.

Está praticamente concluida a requalificação da entrada norte do parque,vai ficar mais bonita e o parque do Calhau mais acessivel tanto a pé como de bicicleta. Também a ciclovia que liga Monsanto ao parque Eduardo VII está quase pronta, bem como a a ponte de ligação junto aos pupilos. Duas (três) boas iniciativas.

segunda-feira, 22 de Junho de 2009

Verão II

domingo, 21 de Junho de 2009

Verão.

sábado, 20 de Junho de 2009

Árvores, porque nunca saberemos se amanhã ainda cá estarão.

quinta-feira, 18 de Junho de 2009

Sucessivas machadadas já tiraram 200 hectares ao parque de Monsanto desde a sua criação

Interesse público é quase sempre invocado

17.06.2009 - 21h14 José António Cerejo

O resultado das sucessivas amputações de que o Parque Florestal de Monsanto tem sido vítima desde a sua criação, na decáda de 40 do século passado, traduz-se numa perda de cerca de 200 hectares, em relação à sua área inicial, próxima dos mil hectares. As contas são de Artur Lourenço, da Associação dos Amigos e Utilizadores de Monsanto, uma das várias entidades que intregram a Plataforma por Monsanto, movimento de cidadãos que há vários anos se bate pela preservação daquele espaço.As contas não são fáceis de fazer, nomeadamente porque a delimitação do parque tem sofrido muitas alterações, mas uma coisa é certa: o chamado “pulmão verde” de Lisboa tem encolhido a olhos vistos nas últimas décadas. As investidas iniciaram-se logo no início com a construção de bairros camarários em vastas áreas limítrofes, mas o fenómeno prosseguiu até à actualidade, quase sempre justificado pelo interesse público dos empreendimentos autorizados. No começo dos anos 70, o futuro do parque esteve em sério risco, numa altura em que foi autorizada a construção de edifícios prisionais, escolares e de saúde, entre outros. De acordo com a Divisão de Matas da Câmara de Lisboa o perigo de “loteamento” da zona acabou por ser ultrapassado em 1974, graças a uma iniciativa legislativa proposta pelo arquitecto Ribeiro Teles.A construção de grandes vias de comunicação, como a auto-estrada de Cascais, a CRIL e, mais recentemente, a Radial de Benfica - paralela a linha férrea Lisboa-Sintra –, surgiu poucos anos depois como a principal ameaça à intregridade de Monsanto. A concretização desses três projectos rodoviários teve como consequência a retirada de muitas dezenas de hectares ao parque, embora tenha sido o Pólo da Ajuda da Universidade Técnica, construído nos anos 90, o responsável pelo maior golpe das últimas décadas. No total, as faculdades de Arquitectura e Veterinária e outros instalações daquela universidade roubaram-lhe 56 hectares.Significativa foi também a entrega pela Câmara, nesse mesmo período, de quase uma dezena de hectares a uma empresa privada, que instalou em Caselas o Aquaparque, há muito desactivado e abandonado.Próximo desse local, onde João Soares chegou a autorizar a construção, depois inviabilizada, de um parque de diversões, foi também viabilizada pelo município a urbanização da Quinta de Santo António. Apesar de ser popriedade particular, a quinta estava inserida no perímetro do parque e nem o facto de estar parcialmente classificada como sendo de interesse publico evitou a sua controversa transformação num condomínio privado.Já neste século foi a vez de a Câmara da Amadora autorizar a construção de um hotel (Ibis) nos poucos milhares de metros quadrados do parque que pertencem àquele concelho, junto ao Parque de Campismo de Lisboa. Ainda mais recentemente coube ao Hospital de São Francisco Xavier, todo ele feito dentro do perímetro floresta, a última das machadadas, com a ampliação das suas instalações.E no horizonte, avisa Artur Lourenço, para lá da sub-estação da REN, já espreita a intenção camarária de transformar o Restaurante Panorâmico de Monsanto em sede do Regimento de Sapadores Bombeiros.

http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1387158&idCanal=59

http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1387189

http://economico.sapo.pt/noticias/governo-suspende-pdm-de-lisboa-para-construir-estacao-electrica_13053.html

http://aeiou.expresso.pt/gen.pl?p=stories&op=view&fokey=ex.stories/521249

Oposição acusa Governo de “esquartejar” Monsanto sem avaliar impacte ambiental

17.06.2009 - 18h55 Inês Boaventura

O Governo determinou a suspensão, a partir de amanhã e por um período de dois anos prorrogável por mais um, do Plano Director Municipal (PDM) de Lisboa para permitir a implantação no Parque Florestal de Monsanto de uma subestação da Rede Nacional de Transporte de Electricidade. A oposição camarária, que chumbou em bloco a suspensão, fala numa “grave lesão do interesse municipal ambiental” e numa “ofensa aos valores do poder local e da própria cidadania”.Na resolução do Conselho de Ministros hoje publicada em Diário da República diz-se que “os estudos técnicos e ambientais realizados indicaram que a localização mais adequada para esta nova subestação corresponde aos terrenos imediatamente adjacentes ao actual posto de corte da EDP Distribuição”, numa zona de Monsanto próxima da CRIL, na freguesia de São Francisco Xavier. A nova infra-estrutura vai ser implantada numa área de 5305 metros quadrados, “incluindo a execução de acessos”. Para decretar a suspensão do PDM, o Governo invoca o “manifesto interesse público” da construção da subestação, destinada a alimentar a zona entre a Ajuda e o Cais do Sodré bem como as freguesias de Algés e Carnaxide, e o “evidente interesse regional e nacional da sua urgente entrada em serviço”. Estes argumentos, e o cumprimento proposto pelo vereador Manuel Salgado de “medidas minimizadoras” como a compensação da autarquia pelo derrube de árvores e a plantação de igual número de espécies numa outra área de Monsanto, não convenceram a oposição camarária, que chumbou em bloco a suspensão do PDM. A proposta, votada em Maio, foi rejeitada com dez votos contra, com os votos favoráveis dos seis eleitos do PS e do vereador Sá Fernandes.Ontem, o PCP insurgiu-se em comunicado contra aquilo que diz ser “mais um caso de mau uso do conceito de interesse nacional por parte do Governo”, através do qual se vai “esquartejar Monsanto para benefício da EDP, sem Estudo de Impacte Ambiental e contra a vontade de maioria dos eleitos na câmara”. O partido acrescenta que com a construção da subestação se coloca, “sem contrapartidas significativas, uma parcela municipal nas mãos de uma empresa privada (...), levantando suspeitas de condições menos onerosas de realização da obra face às possíveis alternativas”.Já os Cidadãos por Lisboa acusam o Governo de “perpetrar um atentado contra o Parque Florestal de Monsanto” que, diz o movimento em comunicado, “não pode ser retalhado por alegado ‘interesse regional e nacional’ quando há outras alternativas de localização”. Quanto aos estudos ambientais, o grupo liderado por Helena Roseta diz que “não obedecem às exigências de participação e transparência dos processos de avaliação de impacto ambiental”.200 árvores abatidasA construção da subestação eléctrica em Monsanto vai obrigar ao abate de 200 árvores. Rita Folgosa, do gabinete do vereador Sá Fernandes, garantiu ao PÚBLICO que a autarquia “não irá abdicar” das medidas minimizadoras que propôs ao Governo, “exigindo que estas sejam cumpridas” apesar de a câmara ter chumbado a proposta da qual constavam. A partir de Setembro vão ser plantadas, numa área de Monsanto já definida, 200 novas árvores, segundo a mesma fonte.

::::

Significativa a leveza com que os espaços verdes encaram o abate de 200 árvores, repito 200 árvores. "A autarquia não irá abdicar de..."realmente que posição de força, que coragem. Vão plantar 200 novas árvores .Elas fazem falta é naquele local e não noutro. Quantas vão morrer dessas 200 ? Quantos anos vão levar a crescer as que sobreviverem?

quarta-feira, 17 de Junho de 2009

COMUNICADO DA PLATAFORMA POR MONSANTO SOBRE A DECISÃO DO GOVERNO PARA SUSPENSÃO PARCIAL DO PDM EM LISBOA PARA CONTRUÇÃO DE UMA SUBESTAÇÃO DA REN.


A Plataforma por Monsanto manifesta a sua enorme preocupação com a decisão anunciada pelo governo de suspensão parcial do PDM para construir no Parque florestal de Monsanto uma subestação da Rede Nacional de Transporte de Energia.

Esta proposta, de suspensão parcial do PDM, foi chumbada pela maioria dos Vereadores em sessão de Câmara no dia 20 de Maio que recusou dar parecer favorável ao projecto contando apenas com os votos favoráveis dos Srs. Vereadores do PS e do Sr. Vereador dos espaços verdes, Dr. José Sá Fernandes.

No entender da Plataforma por Monsanto esta resolução do conselho de Ministros representa um total desrespeito pelas decisões tomadas pela CML, pela população de Lisboa, pelos seus eleitos e uma interferência inadmissível na vida da cidade.

A Plataforma por Monsanto, que nunca pôs em causa a importância da obra, manifesta uma vez mais a sua incompreensão por nunca terem sido estudadas ou apresentadas alternativas nem ter sido realizado qualquer estudo de impacto ambiental.

Esta obra vai roubar ao Parque Florestal de Monsanto mais 5 305 m2 de área, densamente arborizada, juntando-se esta a tantas outras que lhe têm sido roubadas ao longo dos anos pelos mais diversos motivos, muitas vezes sem qualquer preocupação ambiental ou de protecção do parque.

A Plataforma por Monsanto apela ao governo para que suspenda esta decisão, ao Srs. Vereadores para que mantenham a sua decisão e sobretudo ao executivo camarário para que ponha os interesses da cidade em primeiro lugar, defendendo-a, apontando soluções alternativas e obrigando a um estudo sério de impactos ambientais para o local.
A plataforma por Monsanto - 17-06-09


.....
É impressionante a forma como este governo tem lidado com os problemas ambientais. Desde os PIN á redução das coimas para os "coitados" que poluem passando pela destruição da reserva ecológica nacional tudo vale. Parece que as áreas protegidas só o são enquanto convêm ou até aparecer algo de melhor para lá por. Ainda por cima o mistério do ambiente que tem lá famosos ex-ambientalistas. A fazer o quê? E que dizer da posição do executivo camarário? Não é função dos espaços verdes defender os mesmos espaços verdes?

terça-feira, 16 de Junho de 2009

Amoreiras á vista. É tão bom estar aqui!


segunda-feira, 15 de Junho de 2009

Monsanto com crianças: Parque do Alvito







Partíamos pela manhã. Íamos a pé, pela mata, por caminhos que tão bem conhecíamos. Passávamos o dia nas piscinas e brincávamos no eléctrico ou no mítico avião. Hoje já nada disso existe mas atrevo-me a dizer que o parque está, agora, bem mais bonito.Vale bem a pena ir visita-lo.

sexta-feira, 12 de Junho de 2009

As alcachofras e a noite de Stº. António.

Nesta noite, noite de Stº. António, no meu bairro, em Lisboa, era costume saltar á fogueira. Durante o dia íamos á mata apanhar lenha e alcachofras. A lenha para alimentar a fogueira que fazia as delicias de todos e que saltávamos com prazer durante muitas horas. As alcachofras que queimava-mos para depois plantar no jardim. Dizia-se que se florissem, assim queimadas, o nosso amor era correspondido. Coisas de miúdos…

quinta-feira, 11 de Junho de 2009

Chão e Árvore.