A CML sempre apoiou esta iniciativa da REN, votando a favor, dando pareceres positivos, negociando contrapartidas, assinando protocolos...Mas agora parece que nada quer ter a ver com isso. Como diria o saudoso Fernando Pessa : "E esta hein???"
quinta-feira, 4 de Fevereiro de 2010
A CML sempre apoiou esta iniciativa da REN, votando a favor, dando pareceres positivos, negociando contrapartidas, assinando protocolos...Mas agora parece que nada quer ter a ver com isso. Como diria o saudoso Fernando Pessa : "E esta hein???"
De Ana Paula Pires (LUSA) – há 2 dias
Lisboa, 01 fev (Lusa) - A Câmara de Lisboa esclareceu hoje que a desafetação de terrenos do regime florestal para as obras iniciadas no Parque Florestal de Monsanto não é da sua competência, prometendo dar mais esclarecimentos ao Provedor de Justiça.
O Provedor de Justiça manifestou hoje "reservas" quanto à legalidade das obras iniciadas no Parque Florestal de Monsanto para a construção da subestação elétrica do Zambujal e pediu explicações ao vereador da Câmara de Lisboa com o pelouro dos Espaços Verdes, José Sá Fernandes.
"Os serviços competentes da Câmara Municipal de Lisboa e o vereador José Sá Fernandes encontram-se a preparar os devidos esclarecimentos solicitados por aquela entidade", refere uma nota divulgada pelos serviços do vereador.
© 2010 LUSA - Agência de Notícias de Portugal, S.A.
MONSANTO: PROVEDOR DE JUSTIÇA PEDE EXPLICAÇÕES A SÁ FERNANDES
publicado 17:51 01 Fevereiro '10
Provedor de Justiça pede explicações a Sá Fernandes sobre obras no Parque Florestal de Monsanto Segundo nota difundida pelo gabinete do Provedor de Justiça, a operação, da iniciativa da REN (Redes Elétricas Nacionais), "precisava de obter do Conselho de Ministros a desafetação ao regime florestal que vigora para o Parque de Monsanto, desde 1938", não bastando "a suspensão parcial do Plano Diretor Municipal de Lisboa".
vêr notícia completa em:
quinta-feira, 28 de Janeiro de 2010
obra da Ren em Monsanto.O atentado continua.
quarta-feira, 20 de Janeiro de 2010
domingo, 10 de Janeiro de 2010
POVOAMENTO FLORESTAL CLASSIFICADO COMO DE INTERESSE PÚBLICO NO PARQUE FLORESTAL DE MONSANTO
Foi classificado como de interesse público, mais um povoamento florestal no Parque Florestal de Monsanto. A recente classificação do maciço de carvalho-cerquinho (Quercus faginea Lambert), junto da Alameda Keil do Amaral, é um reconhecimento do esforço desenvolvido pela CML na gestão da mata de Monsanto.
in E-Polen
...Não tenho estado, na maioria das vezes, de acordo com a gestão da mata , mas esta é, sem dúvida , uma boa noticia.
REQUALIFICAÇÃO DO MIRADOURO DO BAIRRO DE CASELAS
O miradouro do Bairro de Caselas, situado na Rua José Calheiros, foi recentemente alvo de obras de requalificação com meios próprios da CML. Procedeu-se a diversos trabalhos de valorização do espaço, nomeadamente: reparação e pintura de pérgolas, muretes, bancos, papeleiras, colocação de mesas de jogo e plantação de árvores, arbustos e herbáceas. Prevê-se ainda a colocação de mais bancos de estadia, um bebedouro e recarga do pavimento em bago de arroz. Este espaço, agora renovado, é uma agradável zona de lazer ao dispor da população do bairro e dos visitantes.
terça-feira, 5 de Janeiro de 2010
Era uma vez mais cerca de 4 dezenas de árvores . Obras da REN no Parque Florestal de Monsanto. O massacre continua.A CML aplaude!!
Abates em Monsanto defendidos
«O chefe da Divisão de Matas da Câmara de Lisboa garantiu ontem que o abate de árvores provocado pelas obras da subestação eléctrica do Monsanto tem sido fiscalizado pela autarquia, rejeitando as críticas dos ambientalistas.
"Na zona onde os abates estavam previstos é óbvio que há clareiras, mas é impossível terem sido abatidas mais do que as 200 que estavam previstas porque isso tem sido fiscalizado", afirmou Artur Madeira. O responsável, que falava à Lusa durante uma visita ao Parque Florestal do Monsanto, realçou igualmente que algumas das árvores serão recuperadas.
A Plataforma por Monsanto alertou na quarta-feira para um agravamento da situação relativa ao corte de árvores no Monsanto e defendeu que as clareiras abertas apontam para um abate que "não se configura com uma limpeza de matas".
Isso é um disparate. A Plataforma tem toda a informação e, se tinha dúvidas, podia ter-nos contactado. O que não fez", afirmou, por seu lado, Joaquim Brioso, sublinhando que toda a operação está fundamentada em "relatórios fitopatológicos": "Algumas das árvores que estão a ser abatidas apresentavam doenças, que foram referenciadas nos pareceres do Laboratório de Patologia Vegetal Veríssimo de Almeida, do Instituto Superior de Agronomia, e do Instituto Nacional de Recursos Biológicos."
"Noutros casos, há pinheiros que estavam completamente secos e representavam não só um perigo para quem frequenta o parque, porque podiam cair, como também acabavam por impedir o saudável desenvolvimento de outras espécies", acrescentou.»
...
Pois o problema é exactamente este: a divisão de matas, ou quem a dirige. Repare-se na incongruência completa que é os serviços jurídicos da CML estarem atados de pés e mãos em dar seguimento à decisão do executivo da CML passado em avançar com uma providência cautelar contra a suspensão parcial do PDM em Monsanto, decidida pelo Governo para ampliação (construção nova é mais verdade) da subestação REN; PORQUE, há um parecer favorável da divisão de matas da própria CML sobre essa mesma suspensão. Ou seja, a excelsa divisão não se importa que as obras da nova estação REN abatam centenas de árvores, como irão abater. Patético.
Abate polémico de árvores em Monsanto
Comunicado Plataforma por Monsanto, 16-12-09: AGRAVOU-SE O ARBORICÍDIO NO PARQUE FLORESTAL DE MONSANTO

É urgente parar com este, que é, um dos maiores crimes dos últimos anos perpetrado contra Monsanto.
Esta Plataforma solicitou ao Sr. Presidente da CML, Dr. António Costa, uma reunião com carácter de urgência para analisar esta grave situação.
A Plataforma por Monsanto.
Lisboa 16 de Dezembro de 2009
Nota: em anexo seguem fotos com mais e novos exemplos de árvores cortadas, tanto junto á Alameda Keil do Amaral como para as obras da REN.
__________________________________________________________________
Entidades que fazem parte da Plataforma por Monsanto: Associação dos Amigos e utilizadores do Monsanto; Associação de Moradores do Alto da Ajuda; AMBEX, Associação de Moradores do Bairro do Calhau; QUERCUS; LPN; Grupo Ecológico de Cascais; Clube de Actividades de Ar Livre; Fórum Cidadania Lx; Associação Lisboa Verde; ASPEA; Fundação das Casas de Fronteira e Alorna, ATTAC verde, GAIA, Clube Caminheiros de Monsanto
sexta-feira, 11 de Dezembro de 2009
Era uma vez uma árvore...
Plataforma por Monsanto acusa câmara de Lisboa de "arboricídio"
A Plataforma por Monsanto acusou hoje a Câmara de Lisboa de estar a derrubar "sem critério" dezenas de árvores do parque florestal, mas o vereador do Ambiente afirma tratar-se de uma operação necessária, que se realiza anualmente.
Segundo Artur Lourenço, da Plataforma, o abate começou no Verão e, já na altura, o grupo pediu esclarecimentos ao pelouro dos Espaços Verdes.
"Deram-nos alguma informação e ficámos por ali, achámos que podíamos estar a ser exagerados. Só que recentemente as coisas complicaram-se, recebemos várias chamadas de alerta, inclusive de pessoas de dentro da câmara, e quando fomos ver o que se passava ficámos aterrorizados", contou à Lusa.
A zona da Alameda Keil do Amaral está no centro das preocupações, depois do Alto do Duque e do antigo aquaparque, constituindo a maior mancha da Europa de pinheiro-das-Canárias. Junto ao parque de estacionamento foi derrubada uma árvore de borracha sem qualquer motivo, só por um capricho, além de pinheiros, carvalhos e eucaliptos".
Artur Lourenço referiu que os últimos pedidos de esclarecimento à autarquia, enviados no mês passado, não surtiram qualquer efeito, o que motivou a Plataforma a lançar hoje um comunicado onde pede a suspensão dos trabalhos e a divulgação dos critérios utilizados para o "corte indiscriminado de tantas árvores" e do conteúdo do contrato celebrado com a empresa responsável pela empreitada.
Para as associações, o município está a cometer um "arboricídio" injustificado que "ultrapassa em muito" uma normal acção de limpeza.
Reagindo a esta polémica, o vereador do Ambiente e Espaços Verdes, José Sá Fernandes, afirma que “houve critérios na intervenção e a plataforma foi informada" pelo que "não pode alegar desconhecimento”.
De acordo com Sá Fernandes, além da limpeza de infestantes, como acácias, aquela intervenção é a chamada “monda das árvores”, que “todos os anos se faz, porque é necessário”.
“Para se desenvolverem algumas árvores, têm que se cortar outras. Isso faz-se em qualquer parte do Mundo”, argumentou.
“Houve critérios, definidos por profissionais”, sublinhou.
in Jornal i
......
Em julho deste ano a plataforma por Monsanto pediu , ao gabinete do Sr. Vereador Sá Fernandes,esclarecimentos sobre a limpeza de mata que estava a decorrer porque esta levantava muitas dúvidas. Foi dada uma resposta que nos pareceu aceitável e ficámos por aí. Mas continuamos atentos.No dia 20 de Novembro, e depois de muitas queixas dos utilizadores e de constatarmos regularmente no local que a limpeza ultrapassava em muito informação que nos tinha sido dada,foi enviado novo pedido de esclarecimento, desta vez para o Sr. Presidente António Costa e para o Sr. Vereador José Sá Fernandes.No dia 4 de Dezembro recebemos a resposta do Sr. Presidente dizendo que remetia a resposta para o Sr. Vereador Sá Fernandes, o que é normal, que nunca respondeu. Perante a gravidade da situação( que se agrava de dia para dia como facilmente se constata no local) e porque a resposta dada em julho nada tinha a ver com a situação actual a Plataforma faz sair o comunicado. Segundo o nosso entendimento, e de muitas pessoas responsáveis que não pertencem á plataforma, isto é muito mais que uma limpeza de mata, ou "monda das árvores" e por isso mesmo exigimos saber quais os critérios concretos para o abate das árvores e quais os termos do contrato celebrado com a empresa encarregue da empreitada.A plataforma por Monsanto sempre teve uma atitude responsável e de dialogo na defesa do Parque Florestal de Monsanto e assim continuará.
quinta-feira, 10 de Dezembro de 2009
ARBORICÍDIO NO PARQUE FLORESTAL DE MONSANTO

PLATAFORMA POR MONSANTO
ARBORICÍDIO NO PARQUE FLORESTAL DE MONSANTO
A Plataforma por Monsanto vem por este meio alertar a população de Lisboa e os órgãos de Comunicação Social para o autêntico arboricídio que, a pretexto de uma limpeza de mata, está a acontecer no parque florestal de Monsanto em Lisboa.
A Plataforma por Monsanto exige que sejam suspensos imediatamente os trabalhos e que sejam divulgados os critérios utilizados para este corte indiscriminado de tantas árvores, bem como o teor do contrato feito com a empresa que está a realizar o referido abate.
A Plataforma por Monsanto lastima que nestes últimos tempos, a CML tenha vindo a permitir, quando não a promover, uma prática comprovada de constante delapidação do território e do património arbóreo do parque, continuando por outro lado e sistematicamente, a adiar a resolução dos vários problemas graves do parque (ex. clube de tiro) preferindo optar em vez disso por contrapartidas, discutíveis, em determinadas ocasiões como acontece, por exemplo, no caso da subestação da REN.
A Plataforma por Monsanto.
Lisboa 10 de Dezembro de 2009
__________________________________________________________________
Entidades que fazem parte da Plataforma por Monsanto: Associação dos Amigos e utilizadores do Monsanto; Associação de Moradores do Alto da Ajuda; AMBEX, Associação de Moradores do Bairro do Calhau; QUERCUS; LPN; Grupo Ecológico de Cascais; Clube de Actividades de Ar Livre; Fórum Cidadania Lx; Associação Lisboa Verde; ASPEA; Fundação das Casas de Fronteira e Alorna, ATTAC verde, GAIA, Clube Caminheiros de Monsanto
domingo, 6 de Dezembro de 2009
quarta-feira, 2 de Dezembro de 2009
quinta-feira, 26 de Novembro de 2009
Parque Florestal de Monsanto: Três gravíssimos problemas por resolver!


quarta-feira, 25 de Novembro de 2009
Supremo considera nulas as cedências de terrenos a privados em Monsanto
Supremo Tribunal Administrativo (STA) declarou "nulas as deliberações" da Câmara Municipal de Lisboa, em 1987 e 1997, que aprovaram a cedência de 18 hectares no perímetro do Parque Florestal de Monsanto para a instalação do Aquaparque e a sua posterior adaptação a parque de diversões. A decisão respondeu favoravelmente ao recurso de uma associação de moradores criada para preservaraquele parcela do património natural da cidade.
A Associação de Moradores e Amigos da Freguesia de S. Francisco Xavier intentou uma acção popular contra a câmara e as empresas Aquaparque - Atracções Turísticas e Aventura em Lisboa - Parque Temático de Diversões, solicitando que fossem declaradas nulas as deliberações que constituíram direitos de superfície a favor daquelas sociedades. O Parque Florestal de Monsanto foi criado por decreto-lei em 1934, com cerca de 600ha. A autarquia resolveu, em 1987, afectar ao seu domínio privado 18ha do chamado "pulmão verde" da cidade, que antes se encontrava integrado no "domínio público da câmara".
A finalidade da deliberação do executivo então liderado por Krus Abecasis era a deceder o direito de superfície sobre aquele espaço à sociedade Aquaparque para a "construção de um parque de diversões aquáticas e desportivas de lazer". O recinto funcionou até 1993, na zona de Caselas, fechando portas após o afogamento de duas crianças. Quatro anos depois, no mandato de João Soares (PS), a câmara revogou a primeira cedência e atribuiu o direito de superfície de 8,1ha da mesma parcela à Aventura em Lisboa, para um parque de diversões.
O Tribunal Administrativo de Lisboa rejeitou a acção dos moradores "por extemporaneidade". A associação recorreu depois e o STA veio dar-lhe razão em 18 de Novembro. No recurso salienta-se que as deliberações camarárias "evidenciam com clareza que os terrenos em causa são transformados de "parque florestal" em "terrenos aptos à construção"" e que a alteração de usos, uma vez que Monsanto está sujeito ao regime florestal total, carece de autorização prévia da administração pública. O acórdão do Supremo Tribunal Administrativo entende que, "ao submeter-se ao regime florestal total, o Parque Florestal de Monsanto ficou, assim, sujeito a um regime como se fosse propriedade do Estado".
Uma vez que o regime florestal (1901) e a sua regulamentação (1903) ainda estão em vigor, o tribunal concluiu que, "se a sujeição ao regime florestal depende de decreto, só diploma com idêntico valor poderá prever ou possibilitar a criação do direito de superfície". Ora, inexistindo qualquer diploma desse género, o acórdão considerou nulas as deliberações da câmara de 1987 e 1997. "O poder político nunca gosta da democracia directa", comentou Luís Tamegão, advogado dos moradores, acrescentando que a decisão mostra que "os tribunais podem ser uma solução" quando as entidades se recusam a escutar as populações.
Uma vitória da cidade e da região
PDM classifica Monsanto "área verde de recreio"
Uma vitória que "não é para a associação, mas para os cidadãos de Lisboa e da região", declara Ana Coelho, da Associação de Moradores e Amigos da Freguesia de S. Francisco Xavier, acerca da decisão do Supremo Tribunal Administrativo sobre os terrenos do antigo Aquaparque. A representante dos moradores considera que valeu a pena esperar que o tribunal colocasse um ponto final na transferência para privados de uma área florestal que deve ser preservada para beneficio das populações. A decisão deverá acabar de vez com a possibilidade de instalação de um parque de diversões com impactos directos em habitações e no Hospital de S. Francisco Xavier. Ana Coelho admite que a câmara pode agora avançar com a anunciada reconversão do espaço para usos de lazer. É que, apesar da mudança de discurso do actual executivo, a câmara sempre se opôs, em tribunal, à argumentação dos moradores em defesa da preservação do parque florestal, alegando que o PDM lhe conferia poderes para gerir Monsanto como "área verde de recreio". L.F.S
Abre na Primavera
segunda-feira, 23 de Novembro de 2009
domingo, 22 de Novembro de 2009
Realizou-se ontem, dia 21 de Novembro a iniciativa “plantar 1 árvore”, no parque Florestal de Monsanto em Lisboa. Foi organizada por um grupo de cidadãos e contou com o apoio da C.M.L. A participação foi extremamente positiva e nem a ameaça de chuva afastou adultos e crianças que em grande numero se deslocaram ao local provando que, quando as coisas são bem organizadas e têm um objectivo tão positivo como este, os cidadãos correspondem da melhor forma exercendo assim um verdadeiro acto de cidadania. Desta acção, que deverá repetir-se noutras zonas do País, resultou a plantação de cerca de 1000 árvores.
Uma palavra especial para a extremosa e dedicada participação da equipa de funcionários dos espaços verdes da CML que, com a sua experiencia e amabilidade, deram um indispensável contributo para o sucesso da iniciativa.
Parabéns a todos.
terça-feira, 17 de Novembro de 2009
21 de Novembro,PFM.
As árvores serão adquiridas aos viveiros florestais de Monsanto e as espécies a plantar serão autóctones, essencialmente sobreiros e azinheiras. A C.M.L. apoia a iniciativa, através da disponibilização e preparação do terreno, e também fornecendo apoio logístico e técnico no dia da plantação. As árvores serão oferecidas pela C.M.L.
Abate de Árvores em Monsanto.


Dificilmente se compreende o abate deste Pinheiro Manso, que não apresenta qualquer problema e foi abatido junto ao bairro do Caramão da Ajuda. Inconcebível mesmo o abate desta árvore da Borracha, com 30 anos, no parque de estacionamento do penedo, árvore sã , que se encontrava num sitio onde não incomodava ninguém. Critérios muito estranhos estes...
terça-feira, 6 de Outubro de 2009
Breve balanço pessoal de 2 anos de governação da mais importante zona verde da cidade. O parque florestal de Monsanto.
1- Inicio da construção das ciclovias de ligação do parque a algumas zonas da cidade com destaque para o chamado corredor verde.
2-Tentativa de resolução do problema do Aquaparque, situação que se arrasta há anos.
3-Limpeza de plantas infestantes em algumas zonas do parque.
4-Manutenção -Arranjo de alguns caminhos, presentemente a decorrer, manutenção de zonas vedadas como os parques infantis da Serafina e Alvito ou zona da Alameda Keil do Amaral. Limpeza de infestantes em algumas zonas do parque.
5-Fim (?) do plano de urbanização da Quinta “Zé Pinto”.
Negativo:
1- Campo de tiro – Com o contrato denunciado há mais de 2 anos continua a sua actividade ilegalmente. É a principal fonte de poluição do parque. De uma incoerência incompreensível.
2- Trânsito automóvel - Um dos principais problemas do parque : excesso de velocidade, falta de medidas de acalmia de trânsito, falta de sinalização adequada, falta de passadeiras, total falta de respeito pelo código de estrada, perigo para pões e ciclistas. Rigorosamente nada foi feito.
3- REN - A facilidade com que a CML aceitou e apoiou a construção de uma sub-estação da REN , que vai ter como consequência, entre outras, o abate de 200 árvores numa área protegida como zona de protecção total. A facilidade com que tudo isto foi idealizado
4- Panorâmico de Monsanto: A projectada transferência dos quartéis de bombeiros do centro da cidade e protecção civil para este espaço com todas as consequências nefastas que irá ter sobre o parque. Um projecto megalómano que tem em vista resolver um problema imediato e a curto prazo. Mal planeado, mal estudado.
5- Manutenção – exceptuando as zonas acima referidas, na sua grande maioria a manutenção parque deixa muito a desejar. Lixo, abandono, falta de conservação e renovação. Também a limpeza da mata levanta muitas dúvidas estando esta ser feita a troco da madeira cortada. È muitas vezes incompreensível porque é que certas árvores são abatidas e dá a sensação que é necessário rentabilizar o trabalho realizado.
6- Realização de grandes eventos: Sendo uma zona protegida o parque não deve estar sujeito a realização de grandes eventos que obriguem a terraplanagens, construção de infra-estruturas, movimento de maquinas e automóvel sobre o coberto vegetal, colocação de redes e privatização mesmo que temporária do espaço. Estes eventos têm grandes impactos negativos ao nível da poluição sonora e ambiental e não se devem voltar a realizar.
7- Educação ambiental: É notório um grande retrocesso a este nível devendo esta voltar a ser uma das grandes prioridades para o parque.
8- Continuação de uma mentalidade que entende o Parque como um “banco” de terrenos com terrenos “livres” e baratos onde cabe tudo o que não cabe no centro da cidade.
È urgente definir de uma vez por todas o que se quer para o parque de modo a não permitir esta constante tentativa de tomada de medidas avulsas, abusivas e de curto prazo. É urgente a elaboração de um plano para Monsanto, actualizado, que tenha em conta as realidades actuais, que vise a sua preservação e protecção efectivas. É urgente o respeito efectivo pelo PDM.
sexta-feira, 2 de Outubro de 2009
segunda-feira, 28 de Setembro de 2009
domingo, 27 de Setembro de 2009
terça-feira, 22 de Setembro de 2009
segunda-feira, 21 de Setembro de 2009
sábado, 19 de Setembro de 2009
Programa "Biosfera" sobre o Parque Florestal de Monsanto
sexta-feira, 18 de Setembro de 2009
Transito, Parque Florestal de Monsanto.
quarta-feira, 16 de Setembro de 2009
quinta-feira, 10 de Setembro de 2009
A nova infra-estrutura da REN (Redes Energéticas Nacionais), a implantar numa área de 5305 metros quadrados, destina-se a "alimentar a zona ribeirinha de Lisboa desde Ajuda/Pedrouços até Cais do Sodré/Santos, assim como Algés e Carnaxide". Em comunicado, a Plataforma por Monsanto diz que a obra, a realizar-se, "não terá em conta qualquer estudo de impacte ambiental, qualquer estudo de alternativas credíveis e irá, entre outras consequências graves, ser responsável pelo abate de 200 árvores numa área que deveria ser defendida e protegida". Para tentar travar a construção, a plataforma, que reúne várias organizações ambientalistas, enviou uma queixa ao comissário europeu para o Ambiente, Stavros Dimas.
A suspensão do PDM, por um período de dois anos prorrogável por mais um, para permitir a a execução da obra, foi determinada em Junho pelo Governo, apesar de a Câmara ter chumbado a proposta, com os votos contra de toda a oposição, e a favor do PS e de José Sá Fernandes. Ainda nesse mês, o ministro da Economia declarou a utilidade pública da transferência da parcela de terreno em causa, no limite este do parque florestal, do domínio municipal para o Estado e autorizou a posse administrativa da mesma.
O chumbo da maioria dos vereadores também não impediu a assinatura, em Agosto, de um protocolo entre a Câmara e a REN, no qual se estipula que a escritura de transferência de propriedade deverá ser efectuada "no prazo máximo de 90 dias".
Numa outra cláusula fixa-se em 1,4 milhões de euros o valor a pagar "para minimização dos impactos causados sobre o Parque Florestal de Monsanto, como compensação dos prejuízos directos e indirectos causados com a construção desta infra-estrutura, nomeadamente no que diz respeito ao corte de árvores necessário". Esse valor será pago "em espécie, em execução de obras a definir pela CML". Segundo um assessor do vereador Sá Fernandes, um dos trabalhos a realizar é a construção do troço do corredor verde entre a Gulbenkian e o Parque Eduardo VII.
"Impõe-se perguntar como pode o corredor verde ser construído com o sacrifício de parte da zona verde mais importante da cidade, o Parque Florestal de Monsanto?", pergunta a Plataforma por Monsanto.
sexta-feira, 4 de Setembro de 2009
Será possivel?

....
Sempre fui um defensor de ciclovias que ligassem Monsanto ao resto da cidade e sobretudo do chamado corredor verde. Mas será possível ter sido assinado um protocolo com a REN para construção da subestação do zambujal, dentro do parque de Monsanto, construção projectada sem qualquer estudo de impacte ambiental, sem estudo sério de alternativas, que obedece a suspensão do PDM e que a ser efectuada irá ter com consequência, entre outros impactos negativos, o abate de cerca de 200 árvores no Parque florestal de Monsanto, zona protegida pelo regime florestal? Será possível que o corredor verde seja apresentado como justificação para esta barbaridade. Não é um contra-senso?
(na foto : parte de zona arborizada a ser abatida)
HASTEAR DA BANDEIRA ECO XXI. JUNTO AO CAMPO DE TIRO?


HASTEAR DA BANDEIRA ECO XXI
No seguimento da atribuição da “Bandeira Verde” pela Associação Bandeira Azul da Europa (ABAE) à CML - que distingue a adopção de boas práticas ambientais pelo Município - teve lugar no Espaço Monsanto a cerimónia do hastear desta Bandeira. Esta é a maior distinção atribuída pela ABAE e é indicativa da existência de um percurso consistente no sentido da sustentabilidade na cidade de Lisboa.
quinta-feira, 3 de Setembro de 2009
CERCA DE 700 ANIMAIS JÁ DERAM ENTRADA NO LxCRAS EM 2009
Newsletter E-Pólen Setembro 09- Espaços verdes CML
...
Um bom exemplo do que deve e pode ser o Parque florestal de Monsanto. O LxCRAS tem realizado um trabalho notável.
terça-feira, 1 de Setembro de 2009
segunda-feira, 31 de Agosto de 2009
domingo, 30 de Agosto de 2009
sexta-feira, 28 de Agosto de 2009
quinta-feira, 27 de Agosto de 2009
Skate Park, Alameda keil do Amaral, P.F. de Monsanto.





Apesar do aviso colocado no local, de que o equipamento está em mau estado, eu diria mesmo perigoso, e que em breve será alvo de remodelação este continua a ser utilizado.
Para alem do óbvio vandalismo, mas também do cuidado de muitos utilizadores que voluntariamente o tentam reparar, o equipamento tem sido alvo ao longo destes últimos tempos de um significativa falta de manutenção e vigilância que degenerou no que hoje vemos: Está irrecuperável. Este e o outro equipamento ao lado que se apresenta nas mesmas condições. Sei que é difícil chegar a tudo mas a manutenção do parque continua a deixar muito a desejar.
Montes Claros


quarta-feira, 26 de Agosto de 2009
quinta-feira, 6 de Agosto de 2009
quarta-feira, 29 de Julho de 2009
Plataforma por Monsanto recebe Menção Honrosa do Prémio Nacional de Ambiente.
A Plataforma por Monsanto foi distinguida, com uma Menção honrosa, no Prémio Nacional de Ambiente atribuído anualmente, desde 1999, pela Confederação Portuguesa das Associações de Defesa do Ambiente.sexta-feira, 10 de Julho de 2009
quinta-feira, 9 de Julho de 2009
segunda-feira, 6 de Julho de 2009
Restos de um evento realizado a semana passada no anfiteatro da Alameda Keil do Amaral. Porque não há mais cuidado?
sexta-feira, 3 de Julho de 2009
Depois de o grupo ter protestado contra a falta de limpeza dos terrenos após a edição do ano passado do festival, a Delta Cafés SGPS entrou em diálogo com as associações ambientais e de cidadania, organizando duas reuniões.
À Plataforma acabou por ser apresentada uma proposta de união de esforços para reduzir o impacto ambiental da iniciativa, na qual a empresa se comprometia, entre outros, a realizar uma campanha de sensibilização, a utilizar meios e materiais ecológicos, a construir casas de banho (que serão hoje inauguradas) no parque e a compensar a pegada ecológica do evento com projectos de preservação da natureza "noutras zonas do país".
"A acção é praticada em Monsanto e as contrapartidas relativas a alguma atitude mais agressiva para o ambiente não são sequer em Lisboa", disse à Lusa Manuel Verdugo, da Plataforma, sublinhando que o grupo discorda mesmo da realização de festivais no espaço verde de Monsanto. "Temos tantos espaços na cidade mais adequados. Há uma ideia errada de Monsanto, quando se encerra equipamentos é para lá que os mandam, mas Monsanto tem de se preservado", defendeu.
O representante apontou a "invasão de carros" que por vezes derrubam arbustos, a falta de respeito de algumas pessoas e a poluição sonora - com impacto no estado de espécies como a coruja - como principais problemas.
Manuel Verdugo disse que, ainda assim, o acordo com a patrocinadora poderia ser equacionado se as contrapartidas fizessem a diferença em Monsanto a nível ecológico.
Já a Quercus optou por estabelecer uma parceria: segundo informação da Delta Cafés, a empresa e a associação acordaram que a produtora de café vai participar no projecto de conservação do Caniçal no Vale do Tejo, residência da maior colónia de garças portuguesa, além de apoiar a plantação de árvores na área desflorestada de Portas de Ródão.
"Iniciámos um processo de diálogo com a Delta e consideramos que não se pode agora interromper o diálogo só porque, de repente, os projectos de compensação não são os melhores. Nós assumimos que a proposta seria para nós aceitável, as outras associações são livres para aceitar ou não", explicou Susana Fonseca, da Quercus.
Para a organização ambientalista, que vai hoje assinar uma carta de entendimento com a empresa, não parece correcto quebrar as negociações depois de um ano de conversações e mesmo antes do evento.
Quanto à adequação do Parque Florestal de Monsanto para a realização de festivais, Susana Fonseca afirmou que a Quercus não vê total incompatibilidade, embora admita que "talvez aquele não seja o local mais apropriado".
quinta-feira, 2 de Julho de 2009
Comunicado da Plataforma por Monsanto sobre a realização do festival Delta Tejo no Parque Florestal de Monsanto:

A Plataforma por Monsanto decidiu, por esmagadora maioria, não assinar qualquer protocolo com a organização do festival Delta Tejo devido ao facto de não concordar com as compensações propostas e, sobretudo, com a realização de um evento de tão grandes dimensões e que tantos impactos negativos provoca num espaço tão sensível como é o Parque Florestal de Monsanto. Assim sendo, e no caso de alguma organização integrante da Plataforma por Monsanto decidir assinar este documento, fá-lo-á por sua iniciativa e inteira responsabilidade. A Plataforma por Monsanto reafirma a sua firme oposição á continuação deste tipo de eventos no Parque esperando que esta seja a ultima edição realizada dentro do perímetro do parque Florestal de Monsanto. A plataforma por Monsanto continua a manifestar a sua disponibilidade para continuar o diálogo com as entidades responsáveis e a dar o seu contributo sério para a defesa e preservação do Parque Florestal de Monsanto em Lisboa.
Lisboa, 1 de Julho de 2009
quarta-feira, 1 de Julho de 2009
terça-feira, 30 de Junho de 2009
segunda-feira, 29 de Junho de 2009
sábado, 27 de Junho de 2009
Casas de banho, Alameda Keil do Amaral.
Está a decorrer hoje, durante todo o dia, um grande pic-nic na alameda Keil do Amaral. Estas casas de banho, contrapartida(?) do festival "Delta Tejo"para duas edições, prontas há já alguns dias continuam encerradas, talvez á espera de uma pomposa inauguração. Entretanto as casas de banho mais próximas estão a cerca de 500 metros.
quinta-feira, 25 de Junho de 2009
A deliberação foi aprovada com os votos favoráveis de todos os partidos da oposição -- Lisboa com Carmona, Cidadãos por Lisboa, PSD e PCP -- e os votos contra dos vereadores do PS e do vereador José Sá Fernandes. A ideia de a autarquia interpor uma providência cautelar foi avançada pelo vereador do PCP Ruben de Carvalho, tendo subscrito a proposta os restantes vereadores da oposição.
Apesar de a Câmara ter aprovado, com os votos da oposição, um parecer desfavorável, há cerca de um mês, o Governo suspendeu o Plano Director Municipal (PDM) de Lisboa por resolução do Conselho de Ministros de 17 de Junho para instalar a sub-estação no Monsanto. "O Parque de Monsanto não pode ser retalhado por alegado 'interesse regional e nacional' quando há outras alternativas de localização da sub-estação", lê-se na deliberação aprovada em reunião do executivo municipal.
Segundo a deliberação camarária, "os estudos ambientais em que o Governo se baseou são estudos internos realizados a pedido da REN em 2005 e não obedecem às exigências de participação e transparência dos processos de avaliação de impacte ambiental à luz da legislação portuguesa".
O presidente da Câmara, António Costa (PS), defendeu a instalação da sub-estação em Monsanto, considerando uma "obra útil e necessária à cidade, que não danifica Monsanto". António Costa considerou ainda serem "vantajosas" as contrapartidas que foram negociadas e que envolviam a reposição no parque florestal das cerca de 200 árvores que será necessário abater naquela zona. Ruben de Carvalho e Helena Roseta foram escolhidos como interlocutores dos vereadores da oposição junto dos serviços jurídicos da autarquia, que darão seguimento à deliberação camarária.
quarta-feira, 24 de Junho de 2009
Entrada norte e ciclovia.
Está praticamente concluida a requalificação da entrada norte do parque,vai ficar mais bonita e o parque do Calhau mais acessivel tanto a pé como de bicicleta. Também a ciclovia que liga Monsanto ao parque Eduardo VII está quase pronta, bem como a a ponte de ligação junto aos pupilos. Duas (três) boas iniciativas.

























































































































































